Virgem em Câncer

Câncer de útero: doença que afeta grande número de mulheres

Posted on: setembro 30, 2009

Os tumores, de uma forma geral, são classificados de acordo com a parte do corpo que se originam. O câncer de útero mais comum é aquele que tem origem no endométrio, sendo denominado câncer de endométrio. Outro tipo menos comum de câncer de útero é o sarcoma, que tem origem na camada muscular intermediária do útero — o miométrio.

O endométrio é a camada mais interna do útero, responsável pela menstruação e pelo crescimento do feto durante a gravidez. Quase todas as alterações que o endométrio sofre durante o ciclo menstrual ocorrem pela ação de dois hormônios produzidos pelo ovário: o estrogênio e a progesterona.

Os principais fatores de risco
Fator de risco significa qualquer coisa que aumente a chance de se desenvolver a doença. Alguns fatores estão relacionados a uma chance maior, outros menos. É importante saber que, mesmo que vários fatores de risco estejam presentes, não significa que a mulher vá desenvolver câncer.

Os principais fatores de risco do câncer de endométrio incluem:
• menarca precoce, isto é, mulheres que tiveram a primeira menstruação antes de 12 anos de idade;
• menopausa tardia, isto é, mulheres que iniciaram a menopausa após os 52 anos;
• obesidade;
• diabetes;
• idade: a grande maioria dos casos de câncer de endométrio ocorre em mulheres com mais de 40 anos de idade. A idade média é de 60 anos;
• raça: a doença é mais comum na raça branca;
• nível sócio-econômico mais elevado;
• história de câncer de ovário ou de mama: as mulheres que já tiveram câncer de mama ou ovário têm um risco maior de desenvolver câncer de endométrio;
• terapia de reposição hormonal: as mulheres que fazem uso de estrogênios na terapia de reposição hormonal, na menopausa, parecem ter um risco aumentado de câncer de útero. Por isto, devem realizar a ultra-sonografia transvaginal anualmente para detectar qualquer alteração o mais precoce possível;
• uso de tamoxifen: este medicamento é usado em mulheres que tiveram câncer de mama. Mulheres que fazem uso de tamoxifen devem sempre estar sob rígido controle médico;
• hereditariedade: mulheres que têm mães e avós maternas com história de câncer de endométrio também são mais propensas a desenvolver a doença;
• dieta rica em gordura animal;
• ovários policísticos

Principais sintomas
O sangramento vaginal é o sintoma mais comum e importante do câncer de endométrio. Qualquer mulher que apresente sangramento anormal, principalmente se já estiver na menopausa, deve procurar imediatamente o médico. O câncer de endométrio deve ser sempre descartado através da realização de exames complementares.

Outros sintomas menos comuns incluem dispareunia (dor durante a relação sexual) e dor pélvica.

Tipos de câncer de útero
Existem vários tipos de câncer de endométrio. Cada um é composto por tipos de células diferentes. Uns são mais comuns, outros nem tanto. Dependendo do tipo (neste caso, tipo histológico), o médico pode avaliar se o tumor é mais ou menos agressivo, o que ajuda na escolha do tratamento.

• adenocarcinoma (é o mais comum);
• adenoacantoma;
• carcinoma escamoso ou epidermóide;
• carcinoma adenoescamoso;
• carcinoma de células claras;
• carcinoma seroso papilífero;
• carcinoma secretor.

O diagnóstico: só ultra-sonografia não é suficiente
No exame da cavidade pélvica feminina, o médico precisa detectar as alterações da vagina, útero, ovários, bexiga e reto. Através do exame especular, o colo do útero e a parte superior da vagina podem ser avaliados.

A ultra-sonografia transvaginal é utilizada para identificar alterações no endométrio, como o aumento de sua espessura, e este exame serve para selecionar as pacientes que devem ser submetidas a exames mais invasivos, pois a ultra-sonografia não serve para confirmar ou afastar a presença do câncer.

O diagnóstico de certeza do câncer de útero só pode ser feito através da biópsia, com a retirada de um pequeno fragmento do endométrio para posterior exame pelo médico patologista. Através deste exame, também pode ser determinado o tipo de câncer de endométrio (tipo histológico).

A biópsia de endométrio pode ser realizada, em alguns casos, no próprio consultório médico, sem necessidade de anestesia. Na maioria dos casos, entretanto, deve-se guiar a biópsia por histeroscopia, método em que se usa o histeroscópio, aparelho que permite visualizar a cavidade uterina e escolher o melhor local a ser biopsiado.

A curetagem uterina fracionada também é muito utilizada quando há suspeita de câncer de endométrio. Neste caso é realizada uma raspagem do endométrio sob anestesia, geralmente anestesia geral.

Papanicolau ajuda
O objetivo principal do exame de Papanicolau não é fazer o diagnóstico do câncer de endométrio, mas do câncer de colo. Entretanto, em algumas situações, podem ser encontradas células endometriais no exame, o que faz o médico suspeitar de malignidade no endométrio. Neste caso, deve-se prosseguir a investigação através da realização de biópsia, histeroscopia ou curetagem, se necessário.

Após o diagnóstico, é necessário estadiar a doença, ou seja, classificar em que grau se encontra o câncer. No estadiamento, avalia-se a extensão da doença e, com isso, as possibilidades de cura. Ele é fundamental para a escolha do melhor tratamento a ser realizado e é uma classificação absolutamente médica que só deve ser usada por profissionais de saúde. Isto significa dizer que não há vantagem alguma em o leigo usar esta classificação para entender como está a sua doença ou a de seu familiar. Na verdade, o fato de ser grau I ou IV não quer dizer que se vá morrer mais cedo ou mais tarde. Este é um instrumento exclusivo para uso terapêutico.

O sistema de estadiamento adotado é o da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO).

O tratamento varia de pessoa para pessoa
O tratamento deve ser individualizado para cada paciente. A escolha do tipo de tratamento depende de vários fatores, como: tipo de tumor (tipo histológico), estadiamento da doença, idade da paciente e sua condição geral de saúde.

A grande maioria dos cânceres de endométrio é tratada através de cirurgia. Em alguns casos, é usada a radioterapia, hormonioterapia ou a quimioterapia, como complementação.

A cirurgia de escolha é a pan-histerectomia, isto é, retirada do útero, ovários e trompas. Os linfonodos (“gânglios”) próximos ao útero também podem ser removidos para serem estudados.

O útero removido é enviado para ser examinado pelo médico patologista. Se for constatado que o câncer estava limitado ao endométrio (sem invasão do miométrio ou comprometimento de linfonodos), a paciente é considerada tratada. Caso contrário, o tratamento é complementado com radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia (medicamentos como a progesterona evita que as células tumorais cresçam).

Efeitos colaterais do tratamento do câncer
Na cirurgia, a retirada dos ovários faz com que a mulher pare de produzir estrogênio e progesterona. Com isso, podem aparecer sintomas da menopausa, como fogachos (calores) e secura vaginal. Além do mais, ficam mais propensas a desenvolver osteoporose no futuro. A terapia de reposição hormonal com estrogênios é contra-indicada, mas o tratamento para prevenir osteoporose deve ser iniciado.

Na radioterapia, os efeitos colaterais dependem da dose utilizada. É comum a sensação de fraqueza, principalmente no final do tratamento. Também pode haver ressecamento da pele e perda dos pêlos na área tratada, e a mulher pode ficar mais susceptível a desenvolver algumas infecções.

Na hormonioterapia, as pacientes em uso de progesterona podem apresentar cansaço e alterações do peso, com retenção de líquido.

Na quimioterapia, os efeitos colaterais dependem do tipo de medicamento utilizado. De uma forma geral, as pacientes ficam mais sujeitas a infecções, podem apresentar náuseas, vômitos e queda de cabelos.

Toda mulher que teve câncer de endométrio deve ser submetida a exames periódicos, mesmo quando o tratamento é considerado um sucesso. O acompanhamento permite que qualquer recidiva (retorno da doença) possa ser detectada e tratada rapidamente, aumentando as chances de cura.

Fonte: Medcenter.

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12 Respostas to "Câncer de útero: doença que afeta grande número de mulheres"

preciso tirar algumas duvidas, minha mães tem 79 anos nunca tinha feito exame ginecológico,seu filho mais novo tem 45 anos,de tanto falarem ela resolveu fazer, descobriu que tem liquido na cavidade endometrial com sangramento vaginal, no qual ela nunca havia comentado,agora a médica pediu este exame video histerioscopia c/biopsia, estou preocupada,preciso ser orientada.

Rosilene, boa noite.

Minha resposta em quase todos os comentários serve para você: paciência. Aguarde o resultado do exame. Será a biópsia que te certeza de que nada há de errado. E te convido para contar com esta possibilidade. Que seja uma probabilidade encontrar nada suspeito no exame de sua mãe.

E se for algo, uma neoplasia maligna, câncer, a mesma medida de paciência vale para todo tratamento. No blog há muitas referências a tratamentos e alimentação, bem como toda rede SUS que poderá ocasionalmente lhe ser útil.

Paciência, Rosilene, por favor. E conte com o blog para buscar informações diversas e terapias complementares.

Abraços,

Ricardo Menacker
Virgem em Câncer e Lua na Esperança!

http://www.virgemcancer.wordpress.com

Blog para neófitos em neoplasia maligna

ola tenho uma duvida por favor me ajude. estou trabalhando e talves tenha cancer de utero. gostaria de saber se esse fator for comprovado posso peder meu emprego. abraços

Querida Cássia, boa noite. Amores vem e vão, empregos também! Esteja mais preocupada com sua saúde. Se você não estiver viva, de que adiantará um emprego? Sorte! E … fique tranquila pq vc está amparada pela lei. Pesquise o Blog com atenção, para dispositivos legais e, sobretudo, d tratamento!

Abraços,

Ricardo Menacker
Virgem em Câncer e Lua na Esperança!
http://www.virgemcancer.wordpress.com
Blog para neófitos em neoplasia maligna

OI BOA NOITE GOSTARIA DE UM ASSUNTO TRACAMOS OS OBJETIVOS DE IDENTIFICAR OS FATORES DE INTERFEREM NA REALIZAÇAO DO EXAME DO CANCER DO COLO DO UTERO. SER CASO ESTIVER ESTA MATERIAL PODE ME ENVIAR É morenaalon@hotmail.com

Cara, bom dia.

Não entendi bem o que deseja … Poderia ser mais clara?

Abraços,
Ricardo Menacker
http://www.virgemcancer.wordpress.com

Boa noite meu exame de ultrasonogradia de um liquido no endometrio, e ovarios trompas e uteros normais, estou aflita pois a medica, não sabe explicar o que pode ser, diz que pode ser um muco e nao esclarece a minha duvidas

Lilian, bom dia.

Caso bem simples: se você não confia no médico que lhe atende, mude. E procure um que sane suas dúvidas.

Boa sorte.

Abraços,
Ricardo Menacker
http://www.virgemcancer.wordpress.com

Ola,tenho uma duvida a respeito das minhas dores uterinas,são muito fortes durante a menstruação,mas tambem aparecem na hora da relação sexual,fiz um exame intravaginal e apareceu que tenho liquido no endometrio o que pode ser?Eu ja tenho uma filha,so não consegui mais engravidar pode ser endometriose?
desde ja agradeço.

Vanessa, bom dia.

Eu posso tirar dúvidas. Mas não sofrimentos.

Eu sou publicitário. Não sou médico.

Procure um médico. Ele poderá fazer duas coisas por você: tirar suas dúvidas e seu sofrimento.

Boa sorte na jornada.

Abraços,
Ricardo Menacker
http://www.virgemcancer.wordpress.com

meu nome e celene tou sentido fortes dore quando estou tendo relacao e sempre apos o ato sai sangue sera que estou com cancer tire minhas duvidas

Celene, bom dia.

Eu posso tirar dúvidas. Mas não sofrimentos.

Eu sou publicitário. Não sou médico.

Procure um médico. Ele poderá fazer duas coisas por você: tirar suas dúvidas e seu sofrimento.

Boa sorte na jornada.

Abraços,
Ricardo Menacker
http://www.virgemcancer.wordpress.com

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O excelente texto aborda de forma clara e precisa todos os aspectos do tratamento: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias combinadas e efeitos colaterais. Relaciona, inclusive, diversos tipos de câncer e porcentagem de indivíduos livres da doença após cinco anos de tratamento.

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A Terapia Nutricional com Vitaminas Antioxidantes e o Tratamento Quimioterápico Oncológico
O artigo aponta os principais benefícios encontrados com a administração concomitante de vitaminas antioxidantes e drogas antineoplásicas.


A Importância da Alimentação
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Estatuto da Criança e do Adolescente
Mais do que um compêndio, todo o registro da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

Documentário: Método Kovacsik


Da origem ao fim do câncer
From the origin to the end of cancer


O documentário aborda o Método Kovacsik, desenvolvido Estevam Kovacsik para tratamento e cura do câncer através da radiestesia. Realizado em 2007, o diretor, Daniel Kovacsik, bisneto de Estevam, resgata a memória do tempo e nos mostra a visão simples e prática dum tratamento que não mais requer drogas nem cirurgias. Da origem ao fim do câncer, de Daniel Kovacsik. São Paulo, 2007, DVD, cor, 98’

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