Virgem em Câncer

Medida está prevista da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2011, que está sendo discutida pelo Congresso.

O governo quer acionar na Justiça a indústria do tabaco para que ela pague indenização ao SUS (Sistema Único de Saúde) pelos custos do Estado com o tratamento médico dos fumantes.

A medida, prevista na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) do próximo ano, que deve ser votada pelo Congresso na semana que vem, enfrenta forte oposição de fabricantes de cigarro, que a consideram inconstitucional, e de congressistas do Sul, região produtora de fumo.

Se for aprovada, a diretriz valerá para todo o ano de 2011 -período de vigência da LDO e prazo que a União terá para entrar com as ações- e dependerá de um estudo, ainda não elaborado pelo Ministério da Saúde, sobre os custos das doenças relacionadas ao cigarro no SUS.

Segundo o ministério, há cerca de 50 doenças relacionadas ao fumo.

Em levantamento de 2007, e baseado nas enfermidades cancerígenas, cardiovasculares e respiratórias, o Instituto do Câncer estimou em mais de R$ 350 milhões o impacto do tratamento médico com internação no sistema público. O ministério considera o valor subestimado.

O ministro José Temporão (Saúde) é favorável ao projeto, criado pelo senador Tião Viana (PT-AC). O congressista diz que “essa é uma maneira de estimular o levante contra o uso do tabaco“.

A Souza Cruz, maior fabricante de cigarros do país, argumenta que o SUS é custeado “por meio da arrecadação de tributos“, e que é uma das “dez maiores pagadoras” de impostos do Brasil.

Importante ainda ressaltar que os riscos associados ao consumo de cigarros são amplamente conhecidos pela população“, diz.

A Philip Morris informou que a “regulamentação tributária impõe às empresas um sistema de IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] (…) que inclusive tem provocado uma queda na eficácia da arrecadação“.

Fonte: por Lucas Ferraz, de Brasília, para a Folha de São Paulo. Junho, 30, 2010.

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Mulheres que, constantemente, são expostas à fumaça do cigarro, mesmo que não fumem, têm três vezes mais chances de desenvolver câncer de mama do que as não fumantes que não convivem com o cigarro alheio, segundo estudo do Instituto Nacional de Saúde Pública do México. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Lizbeth Lopez-Carrillo, cerca de 6 milhões de mexicanas com idades entre 12 e 65 anos que nunca fumaram são expostas ao tabagismo passivo. E isso aumenta seus riscos de ter câncer de mama.

Avaliando 504 mulheres diagnosticadas com câncer de mama e o mesmo número de mulheres saudáveis da mesma idade, os pesquisadores notaram que aquelas que haviam sido expostas ao fumo passivo tinham três vezes mais chances de terem confirmação do câncer de mama, comparadas àquelas que não conviviam com o cigarro. E, entre as fumantes, o risco era ainda maior, mais apenas se as participantes tivessem começado a fumar entre a puberdade e o nascimento do primeiro filho.

A exposição ao tabagismo ativo e ao passivo é um fator de risco modificável para câncer de mama”, disse a pesquisadora na Conferência da Associação Americana de Pesquisa do Câncer. “Reduzir não apenas o tabagismo ativo, mas também o fumo passivo irá prevenir novos casos de câncer de mama nessa população”, concluiu a especialista.

Fonte: Boa Saúde Blog. Outubro, 5, 2010.

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42ª Reunião Anual da ASCO (Sociedade Americana de Oncologia Clínica) 2006 em Atlanta, Geórgia.

Merck KGaA divulga um rico manancial de dados sobre Erbitux(R) (cetuximab) na Reunião Anual da ASCO.

Dados apresentados na 42ª Reunião Anual da ASCO (American Society of Clinical Oncology – Sociedade Americana de Oncologia Clínica) sobre um estudo clínico envolvendo 1.147 pacientes com câncer colorretal metastático cujo tratamento anterior com base em irinotecan falhou, revelam que a terapia de câncer direcionada, de Erbitux(R) (cetuximab) com irinotecan, apresentou uma sobrevivência média de 9,2 meses.(1) Estes resultados confirmam claramente em mais de 1.000 pacientes a eficácia e segurança de Erbitux com irinotecan em pacientes que com tratamentos anteriores e fornecem comprovação adicional de que Erbitux cumpre o que prometeu.

Ficamos muito entusiasmados com os resultados apresentados aqui“, disse o professor Hansjochen Wilke, Kliniken Essen Mitte, em Essen, na Alemanha, investigador chefe do estudo. “O tratamento de pacientes cuja doença não responde mais às quimioterapias normais é um desafio para os médicos. Erbitux com irinotecan comprovou ser um tratamento altamente efetivo para estes pacientes e foi estabelecido como tratamento padrão para pacientes cuja terapia anterior com base em irinotecan falhou“.

O estudo, denominado como MABEL[a], foi realizado em 197 centros em oito países europeus e avaliou taxas de sobrevivência sem evolução da doença em pacientes com câncer colorretal metastático cuja terapia anterior com base em irinotecan falhou. Os pacientes receberam tratamento de Erbitux combinado com irinotecan. A taxa de sobrevivência sem evolução da doença foi de 61 por cento após 12 semanas e de 34 por cento após 24 semanas, confirmando claramente a eficácia desta opção de tratamento constatada em estudos anteriores. (1)

Adicionalmente, as descobertas preliminares de um estudo clínico de Erbitux e quimioterapia em pacientes com câncer colorretal metastático sem tratamento prévio foram relatadas pelo médico Alan Venook, professor de medicina na Universidade da Califórnia, em São Francisco, em nome da CALGB[b]. Pacientes com câncer colorretal metastático sem tratamento foram inscritos no estudo e selecionados aleatoriamente para receber quimioterapia (randomizada entre irinotecan/5FU/LV [FOLFIRI] ou oxaliplatina/ 5FU/LV [FOLFOX]) ou quimioterapia com Erbitux. O estudo, CALGB 80203, começou em 2004, com previsão inicial de recrutamento de cerca de 2.200 pacientes. Encerrou-se a inscrição após acumular 238 pacientes, devido à evolução do atendimento padrão no tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático . O principal objetivo final do estudo era a taxa geral de sobrevivência e entre os objetivos secundários incluíam-se a taxa de resposta, a sobrevivência sem evolução da doença e toxicidade. Como houve o encerramento prematuro do estudo, não foi capaz de gerar uma análise estatística de sobrevivência em geral e sem evolução da doença, sendo impossível tirar quaisquer conclusões. Entretanto, a taxa de resposta entre os pacientes tratados com a combinação de Erbitux e quimioterapia foi significativamente mais elevada do que a dos pacientes tratados somente com quimioterapia (52 por cento versus 38 por cento, respectivamente, p=0,029). (2)

Investigação de uma programação alternativa de dosagem de Erbitux
Dados adicionais apresentados na Reunião Anual da ASCO revelam que a administração de Erbitux a cada duas semanas (em vez do padrão atual de dosagens semanais) pode ser uma programação alternativa de dosagem para os pacientes.(3) Foi possível comprovar que a administração de 500 mg de Erbitux por metro quadrado de superfície corporal a cada duas semanas apresentou resultados farmacocinéticos semelhantes em comparação com o padrão atual de regime de dosagem semanal de 250 mg por metro quadrado de superfície corporal. Este resultado é de suma importância, porque fornece aos pacientes e oncologistas a conveniência de uma dosagem flexível.

Estudos fase III de Erbitux continuarão conforme planejado
Também foram apresentados na conferência os resultados preliminares de diversos estudos clínicos internacionais de fase III envolvendo mais de 4.000 pacientes, revelando que DSMBs (Data Safety Monitoring Boards – Conselhos de monitoração da segurança dos dados) independentes recomendaram a continuação dos estudos sobre Erbitux.(4-7) Estes estudos clínicos de fase III referem-se a tipos difíceis de câncer, inclusive câncer colorretal metastático , carcinoma de célula escamosa da cabeça e pescoço (SCCHN – Squamous Cell Carcinoma of the Head and Neck) e câncer de pulmão de células não-pequenas (NSCLC – Non-Small-Cell Lung Cancer).(4-7)

Estão em andamento dois grandes estudos fase III sobre câncer colorretal metastático: EPIC[c],(4) (examinando o uso de Erbitux em combinação com irinotecan após falha da quimioterapia com base em oxaliplatina em 1.301 pacientes) e CRYSTAL[d],(5) (investigando Erbitux com irinotecan em 1.221 pacientes como tratamento de primeira linha). Estes resultados levam em conta a continuação dos estudos fase III investigando e ampliando os estudos fase II já excepcionais, que apresentaram de modo sistemático taxas de resposta elevadas de até 81 por cento no tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático . Isto permitiu a remoção por cirurgia de suas metástases previamente inoperáveis com disseminação para o fígado, de quase um em cada quatro pacientes. (8,9,10) Até o momento, a única abordagem nos casos de câncer colorretal metastático com esperança de cura é a remoção cirúrgica das metástases encontradas principalmente no fígado.(11,12)

O ensaio fase III EXTREME [e],(6) investiga o tratamento de primeira linha de Erbitux em combinação com quimioterapia (cisplatina com 5-FU ou carboplatina com 5-FU) em 442 pacientes com SCCHN recorrente e/ou metastático.

O estudo fase III FLEX [f],(7) examina os benefícios para sobrevivência do uso de primeira linha de Erbitux com quimioterapia (cisplatina e vinorelbina) versus quimioterapia isoladamente em 1.125 pacientes com NSCLC avançado.

Os dados sobre Erbitux apresentados na Reunião Anual da ASCO deste ano reforçam a eficácia notável na terapia de primeira linha e linhas posteriores em pacientes com câncer colorretal metastático cuja quimioterapia anterior falhou“, declarou o Dr. Wolfgang Wein, vice-presidente sênior de Comercialização Global de Oncologia na Merck KGaA. “Ficamos também muito satisfeitos com os dados novos revelando a possibilidade de administrar Erbitux segundo programação a cada duas semanas“.

Sobre ERBITUX
ERBITUX(R) é o primeiro anticorpo monoclonal da sua categoria IgG1, altamente ativo, direcionado para o receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR – Epidermal Growth Factor Receptor). Como anticorpo monoclonal, o modo de atuação de Erbitux é distinto dos tratamentos padrão de quimioterapia não-seletiva em que há um direcionamento específico e ligação com o EGFR. Esta ligação inibe a ativação do receptor e o caminho subseqüente de transdução do sinal, que provoca a redução tanto da invasão dos tecidos normais pelas células do tumor, quanto da disseminação dos tumores para novos locais. Acredita-se também que iniba a capacidade das células do tumor de repararem os danos gerados pela quimioterapia e radioterapia, além de inibir a formação de novos vasos sangüíneos dentro dos tumores, o que leva aparentemente a uma supressão geral do crescimento do tumor. O efeito colateral do Erbitux relatado mais comumente é uma erupção da pele tipo acne, que parece ter correlação com uma boa resposta à terapia. Em aproximadamente cinco por cento dos pacientes, podem ocorrer reações de hipersensitividade durante o tratamento com Erbitux; cerca de metade destas reações foi grave.

Erbitux já obteve autorização de comercializar o tratamento de câncer colorretal em 53 países: Suíça, EUA, México, Argentina, Chile, Islândia, Noruega, União Européia, Peru, Austrália, Croácia, Israel, Bulgária, Panamá, Guatemala, Colômbia, Cingapura, Hong Kong, Coréia do Sul, Canadá, Equador, Malásia, Filipinas, Taiwan, China, Índia, Líbano, Venezuela e Nicarágua para uso em combinação com irinotecan em pacientes com câncer colorretal metastático expressando EGFR, cuja terapia anterior com irinotecan falhou. Nos EUA, Argentina, Chile, México, Peru, Cingapura, Austrália, Panamá, Colômbia, Guatemala, Hong Kong, Canadá, Equador, Filipinas, Líbano, Venezuela e Nicarágua, Erbitux recebeu também aprovação como agente único.

Erbitux em combinação com radioterapia recebeu ainda aprovação para o tratamento de carcinoma de célula escamosa avançado localmente na cabeça e pescoço (SCCHN) na Suíça, Argentina, Colômbia, EUA, União Européia, Noruega, Islândia e Filipinas. Na Argentina, EUA e Filipinas, Erbitux recebeu também aprovação como monoterapia em pacientes com SCCHN recorrente e/ou metastático cuja quimioterapia anterior falhou.

Sobre a Merck KGaA
A Merck KGaA, de Darmstadt, na Alemanha, obteve licença da ImClone Systems Incorporated de Nova York, em 1998, para o direito de comercializar Erbitux fora dos EUA e Canadá. No Japão, a Merck KGaA têm direitos exclusivos de comercialização em conjunto com a ImClone
Systems.

A Merck KGaA tem um compromisso constante com o progresso no tratamento oncológico e investiga atualmente terapias inovadoras em áreas altamente específicas, tais como o uso de Erbitux em câncer colorretal, carcinoma de célula escamosa da cabeça e pescoço e câncer de pulmão de células não-pequenas. A Merck KGaA adquiriu também os direitos para o tratamento de câncer com UFT(R) (tegafur-uracil) – uma quimioterapia oral administrada com ácido folínico (FA – Folinic Acid) para o tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático.

Entre outros tratamentos de câncer, a Merck KGaA investiga também o uso de Stimuvax(R) (anteriormente denominado como ‘BLP25 Liposome Vaccine’) no tratamento de câncer de pulmão de células não-pequenas. A vacina recebeu da FDA o status de trâmite acelerado (‘fast-track’), em setembro de 2004. A Merck obteve os direitos exclusivos de licenciamento mundial da Biomira Inc. de Edmonton, em Alberta, no Canadá, com exceção do Canadá onde as empresas irão compartilhar os direitos.

Referências:
1. Wilke H et al. Poster presentation at ASCO, Atlanta, Georgia, 2006; ID number 3549 [Wilke H et al. Apresentação de pôster na ASCO, Atlanta, Geórgia, 2006; número de identificação 3549]

2. Venook A et al. presentation at ASCO, Atlanta, Georgia, 2006; ID number 3509 [Venook A et al. apresentação na ASCO, Atlanta, Geórgia, 2006; número de identificação 3509]

3. Tabernero J et al. Poster presentation at ASCO, Atlanta, Georgia, 2006; ID number 3085 [Tabernero J et al. Apresentação de pôster na ASCO, Atlanta, Geórgia, 2006; número de identificação 3085]

4. Abubakr Y et al. Poster presentation at ASCO, Atlanta, Georgia, 2006: ID number 3556 [Abubakr Y et al. Apresentação de pôster na ASCO, Atlanta, Geórgia, 2006: número de identificação 3556]

5. Lang I et al. Poster presentation at ASCO, Atlanta, Georgia, 2006: ID number 3555 [Lang I et al. Apresentação de pôster na ASCO, Atlanta, Geórgia, 2006: número de identificação 3555]

6. Vermorken J et al. Poster presentation at ASCO, Atlanta, Georgia, 2006; ID number 5537 [Vermorken J et al. Apresentação de pôster na ASCO, Atlanta, Geórgia, 2006; número de identificação 5537]

7. Von Pawel J et al. Poster presentation at ASCO, Atlanta, Georgia, 2006; ID number 7109 [Von Pawel J et al. Apresentação de pôster na ASCO, Atlanta, Geórgia, 2006; número de identificação 7109]

8. Diaz Rubio E et al. Presented at ASCO, Orlando, Florida, 2005: abstr 3535 [Diaz Rubio E et al. Apresentado na ASCO, Orlando, Flórida, 2005: resumo 3535]

9. Folprecht G et al. Cetuximab and irinotecan/5-fluorouracil/folinic acid is a safe combination for the first-line treatment of pacientes with epidermal growth factor receptor expressing metastatic colorectal carcinoma. Ann Oncol 2006; 17: 450-456 [Folprecht G et al. Cetuximab e irinotecan/5-fluorouracil/[acido folínico é uma combinação segura para o tratamento de primeira linha de pacientes com receptor de fator de crescimento epidérmico expressando carcinoma colorretal metastático. Ann Oncol 2006; 17: 450-456]

10. Peeters M et al. Eur J Cancer 2005; Supplement 3: Abstract 664 [Peeters M et al. Eur J Cancer 2005; Suplemento 3: Resumo 664]

11. Macdonald JS. Adjuvant Therapy of Colon Cancer. CA Cancer J Clin 1999; 49 (4), 202-219. [Macdonald JS. Terapia Auxiliar de Câncer de Cólon. CA Cancer J Clin 1999; 49 (4), 202-219]

12. Mineo TC et al. Long term results after resection of simultaneous and sequential lung and liver metastases from colorectal carcinoma. J Am Coll Surg 2003; 197: 386-391. [Mineo TC et al. Resultados a longo prazo após ressecção de metástases de pulmão e fígado simultâneas e seqüenciais de carcinoma colorretal. J Am Coll Surg 2003; 197: 386-391]

[a] Monoclonal Antibody Erbitux in a European Pre-License Study [Anticorpo monoclonal Erbitux em estudo europeu de pré-licenciamento]
[b] The Cancer and Leukemia Group B [Grupo B de câncer e leucemia]
[c] European Prospective Investigation of Cancer [Investigação exploratória européia sobre câncer]
[d] Cetuximab combined with iRinotecan in first-line therapY for metaSTatic colorectAL cancer [Cetuximab combinado com irinotecan em terapia de primeira linha de câncer colorretal metastático]
[e] ErbituX in first-line Treatment of REcurrent or MEtastatic head & neck cancer [ErbituX no tratamento de primeira linha de câncer de cabeça e pescoço recorrente ou metastático]
[f] First-line in Lung cancer with ErbituX [Primeira linha em câncer de pulmão com Erbitux]

Fonte: UMerck KGaA. Junho, 22, 2006.

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Número é quase o dobro dos mortos pela doença em 2008, segundo pesquisa.

Em 2030, 21,4 milhões de casos serão descobertos por ano (Foto: Fabio Motta/AE)

O câncer matará mais de 13,2 milhões de pessoas por ano até 2030, quase o dobro do número de mortos pela doença em 2008, informou a agência de pesquisa sobre o câncer das Nações Unidas em 1º de junho de 2010.

A Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc, na sigla em inglês) também disse que quase 21,4 milhões de novos casos da doença serão diagnosticados anualmente em 2030.

O lançamento de um novo banco de dados sobre incidência global de câncer em 2008, último ano sobre o qual existem números disponíveis, a Iarc disse que a incidência de câncer foi mudando de nações mais ricas para as mais pobres.

O câncer não é raro em nenhum lugar do mundo, nem confinado a países com muitos recursos“, disse a agência em comunicado. No total, 7,6 milhões de pessoas morreram de câncer em 2008 e havia uma estimativa de 12,7 milhões de novos casos diagnosticados.

Cerca de 56% dos novos casos de câncer no mundo em 2008 ocorreram nos países em desenvolvimento, regiões responsáveis por 63% de todas as mortes por câncer, informam os dados.

O diretor da Iarc, Christopher Wild, disse que esses dados representam a mais precisa avaliação disponível sobre a incidência global de câncer e que ajudariam os responsáveis pela política internacional de saúde a desenvolver suas ações.

Os cânceres mais comuns diagnosticados em todo o mundo em 2008 foram de pulmão, com 1,6 milhão de casos; de mama, com 1,38 milhão; e colorretal, com 1,23 milhão. As causas mais comuns de morte por câncer foram de pulmão (1,38 milhão), estômago (740 mil) e fígado (690 mil).

A projeção para a taxa de mortalidade anual de 13,2 milhões e de diagnóstico anual de 21,4 milhões foi baseada em suposições de que as taxas básicas de câncer continuariam as mesmas ao longo das próximas duas décadas, disse a Iarc.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo. Junho, 1, 2010.

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Trauma do câncer
Mulheres diagnosticadas com câncer de mama podem ser acometidas por síndrome psiquiátrica aguda, chamada de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), comum em pessoas submetidas a situações traumáticas.

Caracterizada por sintomas de evitação (como tentar evitar lembranças ligadas ao episódio), de hiperestimulação (irritabilidade, dificuldades de conciliar o sono e de concentração) e de revivescência (recordações aflitivas, recorrentes e intrusivas), o TEPT pode comprometer não só a qualidade de vida de pacientes com câncer de mama como a continuidade do tratamento.

É o que destaca uma pesquisa conduzida na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que identificou o TEPT agudo em mulheres diagnosticadas com câncer de mama.

Não aceitação
O estudo foi feito com 290 pacientes atendidas no Hospital Pérola Byington, na capital paulista, entre agosto de 2006 e março de 2007. Os sintomas do TEPT estavam presentes em 81% das mulheres diagnosticadas com câncer de mama.

A pesquisa investigou também fatores associados a não adesão (ou a não aceitação) aos tratamentos para o câncer de mama e apontou que pacientes que apresentaram sintomas do transtorno tiveram menor adesão.

Segundo o estudo, 13,3% dos pacientes com esse transtorno interromperam o tratamento após o primeiro ano de acompanhamento. De acordo com Julio Litvoc, professor do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP e coordenador da pesquisa, o TEPT não tem sido avaliado adequadamente pelos profissionais.

Esse conceito é pouco utilizado pelos profissionais de saúde, por desconhecimento do transtorno e também por se valorizar as comorbidades associadas ao diagnóstico, como os transtornos de ansiedade, depressão e pânico“, disse.

Problema do diagnóstico
O estudo “Associação entre as respostas ao estresse em mulheres com câncer de mama e a adesão ao tratamento do câncer de mama” foi realizado por Sara Mota Borges Bottino, coordenadora médica da Psiquiatria do Instituto do Câncer de São Paulo (ICESP).

A primeira parte do estudo investigou a prevalência e o impacto do TEPT. Segundo Litvoc, o estudo relaciona a epidemiologia à psiquiatria. “A ideia foi produzir um trabalho voltado para a reorganização dos serviços de atendimento“, salientou.

O problema do diagnóstico é que as pacientes podem não manifestar os sintomas de maneira explícita, mas, ainda assim, desencadeá-los de forma a interferir no tratamento e na qualidade de vida. E o pior: não retornar ao médico“, disse Sara.

Segundo a psiquiatra, apesar de ser considerado um transtorno de ansiedade, uma das particularidades do TEPT é a imprevisibilidade. “A paciente não apresentava os sintomas relacionados à doença e, de repente, descobre-se doente após o diagnóstico”, apontou.

Negação
Assustadas, as pacientes evitam ter pensamentos sobre o câncer. Os sintomas de evitação se mostraram recorrentes em 58,2% dos casos. Segundo o estudo, os sintomas de evitação merecem maior atenção, porque podem ter consequências graves para as pacientes com câncer, que necessitam ir às consultas e fazer os exames pré-operatórios.

Esse sintoma é entendido pela equipe médica como ‘negação’. Mas, como parte de uma síndrome de transtorno do estresse pós-traumático, o diagnóstico é relativamente novo“, indicou Sara. Já os sintomas de hiperestimulação e revivescência apareceram, respectivamente, em 63,1% e 59,6% das mulheres entrevistadas.

De acordo com Litvoc, a segunda parte do trabalho – a da adesão – terá continuidade. “Essa segunda etapa trouxe resultados significativos que nos preocuparam. Daremos continuidade a ela aplicando outros métodos“, apontou.

Fonte: por Alex Sander Alcântara para Agência Fapesp. Novembro, 30, 2010.

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Escultura faz alusão aos fatores de risco do câncer, como álcool e dieta inadequada.

O Hospital A.C.Camargo lançou, nesta véspera do Dia Nacional de Combate ao Câncer (27), uma ação para difundir informações para prevenir a doença. Ou, se ainda assim ela ocorrer, saber como lidar e se livrar dela. O vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) recebeu dez esculturas que representam pessoas em situações cotidianas, retratando como evitar tumores.

Mostra “Câncer: Conhecer para Prevenir
Realização: Hospital A.C.Camargo
Data: 26 de novembro a 9 de dezembro de 2010
Local: Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp)
Endereço: Avenida Paulista, 1578, vão livre
Horário: 24 horas
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Fonte: UOL Ciência e Saúde. Novembro, 26, 2010.

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Os australianos que apreciam o sol do verão agora podem se informar sobre o momento de cobrir a pele e evitar os raios ultravioletas, potenciais causadores de câncer de pele, graças a um novo aplicativo para o iPhone.

A Austrália tem uma das mais elevadas incidências de câncer de pele no mundo, com mais de 1,85 mil mortes causadas pela doença ao ano –o que supera o número de vítimas fatais de acidentes rodoviários no país, de acordo com o Cancer Council Australia. Dois terços dos australianos receberão um diagnóstico de câncer de pele antes de atingirem os 70 anos.

O que estamos constatando é que muita gente usa a temperatura e clima para prever quando precisa de proteção contra o sol, mas o problema real está nos ultravioletas (UV) – e esses raios não são vistos ou sentidos“, disse Sue Heward, gerente do programa do aplicativo SunSmart no Cancer Council.

Para enfrentar o problema, bem como para atingir os jovens que tendem a se preocupar menos com a proteção contra o sol, o conselho desenvolveu o aplicativo gratuito, que oferece previsão de tempo diária, incluindo o nível máximo de radiação UV.

O aplicativo conta com uma função de alerta e emprega o sistema de posicionamento global (GPS) a fim de se ajustar automaticamente à localização do usuário, mostrando os horários em que ele precisa se proteger contra o sol e um alerta automático de UV, bem como níveis reais de radiação UV atualizados minuto a minuto.

O melhor do aplicativo é que está no bolso do usuário; não é preciso ir ao computador ou abrir o jornal para checar“, disse Heward, apontando que isso torna o sistema especialmente útil para quem trabalha ao ar livre por longos períodos – uma parcela da população que corre riscos especialmente elevados.

O aplicativo SunSmart pode ser baixado de graça.

O conselho também criou um widget de alerta de UV para a Web, direcionado a organizações como clubes de esportes.

Fonte: da Reuters Life! para BOL Notícias, por Elaine Lies. Novembro, 26, 2010.

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Para entender mais


Tratamento do Câncer
Laboratório Merck Sharp & Dohme


O excelente texto aborda de forma clara e precisa todos os aspectos do tratamento: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias combinadas e efeitos colaterais. Relaciona, inclusive, diversos tipos de câncer e porcentagem de indivíduos livres da doença após cinco anos de tratamento.

Muitas empresas mudam constantemente seus sites, para evitar perda de material em broken links, decidi colocá-los na pasta de arquivos do Blog.


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A Política Nacional de Atenção Oncológica garante o atendimento integral a qualquer doente com câncer, por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia, UNACON, e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia, CACON. Este é o nível da atenção capacitado para determinar a extensão da neoplasia, tratar, cuidar e assegurar a qualidade dos serviços de assistência oncológica, conforme a Portaria nº 2.439/GM de 8 de dezembro de 2005.

Sou publicitário. Não sou médico.

A razão de blogar está em Sobre Virgem em Câncer e Lua na Esperança! Este box quer conter os comentários que buscam diagnósticos, consultas ou respostas que não posso dar. Não sou médico. Por mais informações que tenha reunido e lido, não sou eu a dar um diagnóstico. Encare o Blog como um ajuntamento de informações, e encontre em mim um rio solidário, sem margens para lágrimas. No Blog, existe uma orientação médica de um oncologista. Contudo não se trata de consulta. Procure um médico de sua confiança para consultas. Câncer não espera. Mui grato, Ricardo Menacker.

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em Quimioterapia

Dicas de Nutrição para o paciente oncológico.


A Terapia Nutricional com Vitaminas Antioxidantes e o Tratamento Quimioterápico Oncológico
O artigo aponta os principais benefícios encontrados com a administração concomitante de vitaminas antioxidantes e drogas antineoplásicas.


A Importância da Alimentação
O texto fornece dicas valiosas para prevenção e quaisquer outros distúrbios alimentares como enjôos, vômitos, falta de apetite, diarréia, intestino preso, feridas na boca, boca seca e perda de peso.


Revista Rede Câncer
A publicação trimestral traz matérias diversificadas sobre cuidados, prevenção, legislação e mais uma infinidade de assuntos relacionados ao câncer.


Câncer, faça valer os seus direitos
A legislação brasileira assegura aos portadores de câncer alguns direitos, este guia irá ajudá-lo a exercer esses direitos.


Estatuto da Criança e do Adolescente
Mais do que um compêndio, todo o registro da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

Documentário: Método Kovacsik


Da origem ao fim do câncer
From the origin to the end of cancer


O documentário aborda o Método Kovacsik, desenvolvido Estevam Kovacsik para tratamento e cura do câncer através da radiestesia. Realizado em 2007, o diretor, Daniel Kovacsik, bisneto de Estevam, resgata a memória do tempo e nos mostra a visão simples e prática dum tratamento que não mais requer drogas nem cirurgias. Da origem ao fim do câncer, de Daniel Kovacsik. São Paulo, 2007, DVD, cor, 98’

Entrevista: Saúde da Mulher


A importância da mamografia para a saúde da mulher


O podcast traz entrevista com a Dra. Giselle Mello, assessora médica em mamografia do Grupo Fleury.

Fique de olho:


Retinoblastoma


Um tipo de câncer que ataca células embrionárias da retina e que atinge uma em cada 30 mil crianças até os 3 primeiros anos de vida pede atenção. A Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, TUCCA, elaborou um breve vídeo para abordar a questão. Leia eo artigo. Veja o vídeo.

O câncer na infância e adolescência


Quando suspeitar do câncer na criança e no adolescente
Centro Infantil Boldrini


Nos países desenvolvidos, o câncer representa a primeira causa de morte relacionada à doença, no grupo de 5 a 14 anos de idade. Contudo, nos últimos 30 anos, a terapêutica do câncer infantil teve significativo sucesso e tem alcançado importantes taxas de cura com a utilização das terapias combinadas: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A cartilha produzida traz textos elucidativos sobre o tema ao abordar diversas enfermidades, suas definições, sintomas relacionados e dados estatísticos.

Tumor ósseo


O site Tumor Ósseo traz textos em profusão sobre o tema, abordando o assunto de forma clara e acessível.


O responsável é o Dr. Márcio Moura, professor de Anatomia Humana da UFPR, e de Ortopedia e Ortopedia Oncológica do HC da UFPR.

Tratamento Humanizado


Humanização
Você sabe o que é? Do que trata?


Tenha contato com este importante assunto lendo o Manual de Humanização elaborado pelo Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, PNHAH. Conheça também o Programa Nacional de Humanização

Mais informações sobre:


Próstata


Em duas entrevistas, o Dr. Ricardo Felts de La Roca elucida pontos importantes sobre crescimento benigno e câncer de próstata.

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