Virgem em Câncer

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Trabalhos de Bolsista da FAPESP tentam identificar genes responsáveis pelo processo metastático no osteossarcoma em crianças e adolescentes.

A doutoranda Carolina Salinas de Souza, do Departamento de Morfologia e Genética e do Instituto de Oncologia Pediátrica/Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ganhou dois prêmios por trabalhos apresentados durante o 12º Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro em Curitiba.

Carolina recebeu o Prêmio Onco pelo trabalho “Expressão dos genes MMP9 e CXCR4 no direcionamento pulmão-específico de metástases de osteossarcoma” e o Prêmio Rhomes Aur por “Expressão de genes relacionados ao perfil metastático do osteossarcoma”. Os dois receberam pontuação máxima na avaliação. Não houve outros ganhadores.

Carolina é autora principal dos trabalhos, que correspondem à sua tese de doutorado, com Bolsa da FAPESP, que será concluído em 2011. Ambos os prêmios visam a estimular a pesquisa na área de oncologia pediátrica. Além de certificados, ela receberá uma quantia em dinheiro pela premiação no Onco.

O estudo tenta identificar genes relacionados ao osteossarcoma, tumor ósseo maligno e agressivo de alta capacidade metastática cuja maior incidência é em crianças e adolescentes. A doença se manifesta principalmente no fêmur e na tíbia.

De acordo com Silvia Regina Caminada de Toledo, coordenadora do Laboratório de Genética do Instituto de Oncologia Pediátrica-Graacc e orientadora do estudo, esse tumor é um grande desafio da oncologia pediátrica porque, no mundo inteiro, só cerca de 10% das crianças são metastáticas quando fazem diagnóstico.

No Brasil, o número chega próximo de 30%, mas não se sabe os motivos dessa diferença. “A hipótese é que esse tumor, na sua origem, já tenha a programação para que o processo metastático se estabeleça, inclusive preparando o microambiente pulmonar para receber essas células e talvez exista aí alguma diferença nos tumores brasileiros”, disse Silvia à Agência FAPESP.

O estudo de Carolina tenta identificar quais são os possíveis marcadores do osteossarcoma no grupo de amostras brasileiras. A partir de amostras metastáticas de pacientes com o câncer foi possível identificar seis genes. Quatro deles (RB1, RANKL, MDM2 e Oxterix) estão relacionados ao processo metastático do osteossarcoma e os outros dois (MMP9 e CXCR4) estão diretamente ligados a metástases de osteossarcoma para o pulmão.

Em mais de 90% dos pacientes metastáticos, o órgão onde ocorre a metástase é o pulmão. “Pouco se conhece sobre os mecanismos moleculares de direcionamento de metástases específicas para o pulmão. Por isso, torna-se necessária a caracterização dos genes e vias moleculares que determinam se uma célula tumoral terá a capacidade de formar metástase nesse órgão”, explicou Carolina.

Os trabalhos premiados focam na parte molecular, que já está avançada. A análise citogenética ainda está em andamento”, disse. O estudo é uma continuação de três outros projetos apoiados pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular e coordenados por Silvia.

Segundo a orientadora, há 20 anos não se tem uma droga nova e uma mudança do perfil de tratamento nos pacientes com osteossarcoma. “O tratamento é feito com quimioterapia pré-operatória, cirurgia, quimioterapia pós-operatória e, se o paciente tiver metástases, essas são então retiradas antes do fim do tratamento” disse.

Atualmente o protocolo de tratamento do osteossarcoma do Grupo Brasileiro de Tratamento do Osteossarcoma (GBTO), coordenado pelo professor Sergio Petrilli, da Unifesp, associa a quimioterapia em baixas doses à de altas doses, chamada quimioterapia metronômica.

O objetivo é tentar controlar o processo de formação de novos vasos (angiogênico). Mas esse protocolo ainda está em avaliação de sua eficácia nos pacientes com osteossarcoma”, disse Carolina.

Fonte: Agência Fapesp. Novembro, 10, 2010.

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Objetos levam substâncias que fazem células se transformarem. Experimento foi feito em rato por pesquisadores franceses.

Cientistas franceses contaram com a ajuda da nanotecnologia para conseguir implantar células-tronco em ossos de um rato. Usando cápsulas mil vezes menores que um milímetro eles conseguiram dosar com precisão os ingredientes para transformar células indiferenciadas em tecido ósseo. A experiência abre novos caminhos o tratamento de doenças como o câncer nos ossos e a osteoporose.

As cápsulas utilizadas pelos cientistas têm o formato de um dedal, e levam duas camadas de substâncias diferentes que induzem células-tronco a se especializarem, tornando-se células ósseas. Os pesquisadores misturaram essas partículas a células-tronco embrionárias e um gel, e injetaram entre a pele e o osso lesionado de um rato.

Cápsulas usadas na experiência eram cerca de mil vezes menores que um milímetro. Usando duas camadas, os cientistas colocaram substâncias diferentes dentro delas e conseguiram controlar as reações químicas que transformam células-tronco em células dos ossos. (Foto: PNAS/Divulgação)

De acordo com os cientistas – a maioria deles ligada ao Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM) – a experiência só obteve êxito porque as microcápsulas foram degradadas aos poucos, liberando no momento certo as substâncias necessárias para cada etapa da formação das células ósseas. O mesmo teste teria sido feito sem as cápsulas, e não deu certo.

Ao final do experimento feito com as micropartículas, descrito em artigo científico na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a região onde as células foram injetadas havia formado tecido ósseo, e vasos sanguíneos já estavam se moldado e se infiltrando no implante.

Segundo os pesquisadores, as substâncias químicas usadas nas cápsulas eram muito simples, o que torna o procedimento fácil de ser controlado e reproduzido.

Fonte: G1. Fevereiro, 16, 2010.

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O site Tumor Ósseo traz textos em profusão sobre o tema, abordando o assunto de forma clara e acessível. Acessem!

O responsável é o Dr. Márcio Moura, professor de Anatomia Humana da UFPR, e de Ortopedia e Ortopedia Oncológica do HC da UFPR.

O que é o câncer ósseo?
Os tumores ósseos formam o sexto grupo de câncer mais freqüente entre crianças e jovens, representando 6% dos casos de câncer. Existem dois tipos de câncer ósseo. Um deles é aquele que não se origina no osso, mas se desenvolve nele a partir de um câncer que iniciou em outro local. Este tipo é chamado de câncer ósseo secundário. Um exemplo típico é quando o câncer pulmonar se espalha para os ossos. As células do câncer, neste caso, são semelhantes às células cancerosas pulmonares originais e não com as células cancerosas ósseas.

O outro tipo é justamente aquele que se desenvolve originalmente nos ossos. Existem diversas categorias dessa natureza. Seus nomes estão vinculados com a área do osso ou tecido circunvizinho afetado e o tipo de célula que forma o tumor. Alguns tumores ósseos primários não são cancerosos (benignos), e como tal, geralmente não oferecem perigo à vida humana. Outros tipos, porém, são malignos. A maioria desses tumores é conhecida como sarcomas. São os sarcomas que se desenvolvem nos ossos, cartilagens, músculos, tecidos fibrosos, tecidos adiposos ou tecidos nervosos.

O osteosarcoma (também chamado sarcoma osteogênico) e o sarcoma de Ewing são os dois principais tumores ósseos malignos da população pediátrica. O osteosarcoma é um tumor do próprio osso, sendo o câncer primário mais comum durante a adolescência, correspondendo a 56% dos casos de câncer desta faixa etária. É um tumor que afeta mais os homens e se desenvolve principalmente nas extremidades dos ossos longos, como os ossos do braço (úmero, próximo ao ombro), ossos da perna (fêmur e tíbia, próximo ao joelho), mas podem também acometer outros ossos, chamados ossos chatos (vértebras, bacia, mandíbula).

O sarcoma de Ewing, representa 34% dos casos e é o segundo tipo mais freqüente de câncer ósseo. É também chamado de neuroepitelioma periférico, aparece frequentemente nos ossos, mas pode se iniciar em tecidos moles. Costuma incidir mais em meninos e na raça branca, e semelhante ao osteosarcoma, pode se desenvolver em qualquer osso, mas é mais comum nos ossos chatos, especialmente nas costelas, bacia e vértebras.

Quais são os principais sintomas?
Os sintomas mais freqüentes de ambos os tipos de tumores são dor e inchaço local, podendo o sarcoma de Ewing ser acompanhado com febre. É freqüente o paciente associar a dor a um trauma recente. No exame físico podemos encontrar aumento do volume local, dor, calor local e limitação na movimentação da articulação comprometida, no caso do osteosarcoma.

Qual é a causa ou fatores de risco para o câncer ósseo?
A causa exata da maioria dos tumores ósseos não é conhecida. Há relatos científicos, porém, que associam o câncer de osso com um várias condições: fator hereditário. Em uma quantidade de casos de câncer ósseo, muito pequena, parece ter um vínculo hereditário. Crianças com síndrome de Li-Fraumeni (mutações genéticas do gene P53) têm uma tendência para desenvolver vários tipos de câncer, entre eles o osteosarcoma, câncer mamário, câncer cerebral e outros tipos de sarcoma. O retinoblastoma hereditário, um tumor de olho, que também tem uma associação genética, é um fator de risco para adquirir o osteosarcoma. A radioterapia utilizada no tratamento do retinoblastoma pode aumentar o risco de osteosarcoma nos ossos do crânio; a doença de Paget, é uma doença benigna que normalmente só atinge pessoas com mais de 50 anos de idade, mas pode ser uma condição pré-cancerosa que afeta mais do que um osso, atingindo crianças, também, a osteogênese imperfeita, ou desenvolvimento desordenado do tecido ósseo. Tirando a situação em que o Sarcoma de Ewing é mais comum entre meninos da cor branca, não existe um fator ambiental ou outra característica que tenha demonstrado uma associação forte com o tumor. As condições descritas são muito raras e correspondem a apenas uma pequena fração dos casos de osteosarcoma, mas indicam que a chave da compreensão da doença estará no estudo genético, ou seja, do crescimento celular e do seu desenvolvimento.

Qual é a forma de diagnóstico do câncer ósseo?
No caso do osteosarcoma, dor persistente, profunda e localizada, principalmente se associada com massa palpável, necessita de uma avaliação radiológica, onde poderá ser levantada a suspeita de tumor. A biópsia da lesão suspeita deve ser realizada. Estudos de imagem incluem tomografia do tórax para procurar metástase pulmonar e cintilografia óssea para pesquisa de metástase óssea, além de ressonância nuclear magnética do tumor primário para total avaliação da extensão dentro da medula e dos tecidos moles que rodeiam o osso. O diagnóstico de Ewing é sugerido pela história clínica e exames radiográficos. O raio X mostra um tumor agressivo, associado a uma grande massa em tecidos moles em volta. A confirmação requer a biópsia cirúrgica. O doente deve ser cuidadosamente submetido a exames para detecção de possíveis metástases. Se esta hipótese for levantada, o exame de medula óssea é obrigatório. O exame de ressonância nuclear magnética do tumor primário é importante para definir sua extensão, assim como controle para avaliar resposta ao tratamento.

Qual é o tratamento?
O tipo de tratamento depende do tipo de tumor, seja ele osteosarcoma ou sarcoma de Ewing. No caso do osteosarcoma, dois tipos de tratamento são indicados: cirurgia é o tratamento principal, sendo a ressecção completa do tumor o tratamento de eleição. Quimioterapia agressiva previamente à cirurgia trata a doença metastática oculta, e a resposta do tumor a essa quimioterapia serve como um indicador prognóstico. Além disso, com a quimioterapia prévia existe maior chance de preservação do membro de 60% a 80%, sem a necessidade de amputação. No entanto, é necessário ressaltar que a retirada completa do tumor é essencial para se alcançar à cura. A radioterapia no caso de osteosarcoma não tem valor. No caso de Sarcoma de Ewing, o tratamento sugerido seria: o sarcoma de Ewing é responsivo tanto à quimioterapia quanto à radioterapia. Sendo assim, a amputação cirúrgica raramente é indicada para controle local da doença, mas a sua ressecção cirúrgica tem sido associada com uma melhor evolução e deve ser considerada se não comprometer a função do membro. A quimioterapia com várias drogas é a base do tratamento e geralmente precede o tratamento local definitivo. A radioterapia no sítio primário e nas metástases é imperativo para um bom controle.

Fonte: National Cancer Institute: SEER Pediatric Monograph http://www.seer.cancer.gov/Publications e American Cancer Society http://www.cancer.org

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Os tumores ósseos são proliferações de células anormais nos ossos. Os tumores ósseos podem ser não cancerosos (benignos) ou cancerosos (malignos). Os não cancerosos são relativamente comuns, enquanto os cancerosos são raros. Os tumores ósseos também podem ser primários – tumores (não cancerosos ou cancerosos) que se originam no próprio osso – ou metastáticos – cânceres originados em outros locais do corpo (p.ex., mama ou próstata), os quais, a seguir, propagam-se ao osso. Nas crianças, a maioria dos tumores ósseos cancerosos é primária e, nos adultos, quase todos os tumores são metastáticos.

A dor óssea é o sintoma mais comum desse tipo de tumor. Além disso, pode ser observada uma massa ou uma tumefação. Algumas vezes, um tumor, principalmente se ele for canceroso, acarreta enfraquecimento do osso e acarreta sua fratura com pouca ou nenhuma sobrecarga (fratura patológica). Um indivíduo que apresenta uma articulação ou um membro persistentemente doloroso deve ser submetido a um estudo radiográfico. No entanto, as radiografias somente revelam a presença de uma anormalidade, sem indicar se o tumor é não canceroso ou canceroso. um procedimento cirúrgico (biópsia incisional aberta) para se obter uma amostra adequada para diagnóstico. O tratamento imediato, o qual pode incluir uma combinação de drogas, cirurgia e radioterapia é extremamente importante para os tumores cancerosos.

Tumores ósseos não cancerosos
Os osteocondromas (exostoses ósteocartilaginosas) são o tipo mais comum de tumor ósseo e, geralmente, ocorrem em indivíduos com idade entre 10 e 20 anos. Esses tumores são massas que crescem na superfície do osso e sobressaem, formando protuberâncias duras. O indivíduo pode apresentar um ou vários tumores. Em certas famílias, existe uma tendência para a formação de vários tumores. Em um certo ponto da vida, cerca de 10% dos indivíduos com mais de um osteocondroma desenvolvem um tumor ósseo canceroso denominado condrossarcoma.

No entanto, os indivíduos que apresentam somente um osteocondroma apresentam pouca probabilidade de desenvolver um condrossarcoma. Os condromas benignos, os quais comumente ocorrem em indivíduos com idade entre 10 e 30 anos, desenvolvem-se na parte central de um osso. Esses tumores freqüentemente são descobertos em radiografias realizadas por outras razões e, muitas vezes, podem ser diagnosticados pelo seu aspecto radiográfico. Alguns condromas causam dor. Se um condroma for indolor, ele não necessita ser removido ou tratado.

Contudo, radiografias de controle, visando controlar o seu tamanho, podem ser realizadas. Se o tumor não puder ser diagnosticado com segurança através das radiografias ou se ele estiver causando dor, pode ser necessária a realização de uma biópsia para se determinar se ele é canceroso ou não. Os condroblastomas são tumores raros que crescem nas extremidades dos ossos. Geralmente, eles ocorrem em indivíduos com 10 a 20 anos de idade. Esses tumores podem causar dor, o que facilita a sua descoberta. O tratamento consiste na sua remoção cirúrgica.

Ocasionalmente, ocorre a recorrência do tumor após a cirurgia. Os fibromas condromixóides são tumores muito raros que ocorrem em indivíduos com menos de 30 anos. O sintoma habitual é a dor. Esses tumores apresentam um aspecto característico nas radiografias. O tratamento consiste na remoção cirúrgica. Os osteomas osteóides são tumores muito pequenos, os quais, em geral, desenvolvem-se nos membros superiores ou inferiores, podendo, no entanto, ocorrer em qualquer osso. Habitualmente, eles causam um dor que piora à noite e é aliviada com doses baixas de aspirina.

Algumas vezes, os músculos que circundam o tumor atrofiam. Essa condição pode melhorar após a remoção do tumor. A cintilografia óssea com marcadores radioativos auxiliam na determinação da localização exata do tumor. Algumas vezes, a sua localização é difícil e pode ser necessária a realização de exames complementares como, por exemplo, a tomografia computadorizada (TC) e técnicas radiológicas especiais. A remoção cirúrgica do tumor é o única maneira de se eliminar a dor de forma permanente.

Em vez de serem submetidos ao tratamento cirúrgico, alguns indivíduos optam pelo uso de aspirina por tempo indeterminado. Os tumores de células gigantes geralmente ocorrem em indivíduos com 20 a 30 anos de idade. Mais comumente, esses tumores originam-se nas extremidades dos ossos e podem disseminar-se aos tecidos adjacentes. Eles costumam causar dor. O tratamento depende do tamanho do tumor.

Este pode ser removido por cirurgia e, para preservar a estrutura do osso, o espaço remanescente pode ser preenchido com um enxerto ósseo ou com um cimento ósseo sintético. No caso de tumores muito extensos, pode ser necessária a remoção do segmento ósseo afetado. Cerca de 10% dos tumores recidivam após a cirurgia. Raramente, esses tumores tornam-se cancerosos.

Tumores ósseos cancerosos primários

O mieloma múltiplo, o tipo mais comum de tumor ósseo canceroso primário, origina-se em células da medula óssea, as quais produzem células do sangue. O mieloma múltiplo ocorre mais comumente em indivíduos idosos. Esse tumor pode afetar um ou mais ossos e, por essa razão, o indivíduo pode apresentar dor em um ou em vários locais. O tratamento é complexo e pode incluir a quimioterapia, a radioterapia e a cirurgia.

O osteossarcoma (sarcoma osteogênico) é o segundo tipo mais comum de tumor ósseo canceroso primário. Embora seja mais comum em indivíduos com idade entre 10 e 20 anos, os osteossarcomas podem ocorrer em qualquer idade. Algumas vezes, os indivíduos mais idosos com doença de Paget apresentam esse tipo de tumor. Cerca de 50% desses tumores ocorrem no joelho ou em torno dele. No entanto, eles podem originar- se em em qualquer osso. Esses tumores tendem a disseminar-se aos pulmões. Geralmente, eles causam dor e edema. Para confirmação do diagnóstico, é necessária a realização de uma biópsia.

Geralmente, os osteossarcomas são tratados com uma combinação de quimioterapia e cirurgia. Comumente, a quimioterapia é administrada em primeiro lugar. Freqüentemente, a dor desaparece durante essa fase do tratamento. Cerca de 75% dos indivíduos com esse tipo de tumor sobrevivem pelo menos cinco anos após o estabelecimento do diagnóstico. Atualmente, com o avanço dos procedimentos cirúrgicos, é possível se salvar o membro inferior ou superior afetado, enquanto que, no passado, era comum a amputação do membro. Os fibrossarcomas e os histiocitomas fibrosos malignos apresentam uma similaridade com os osteossarcomas no que que diz respeito ao aspecto, à localização e aos sintomas. O tratamento também é o mesmo.

Os condrossarcomas são tumores formados por células cartilaginosas cancerosas. Muitos deles apresentam um crescimento lento ou são de baixo grau e, freqüentemente, são curados com o tratamento cirúrgico. Entretanto, alguns deles são tumores de grau elevado e tendem a apresentar metástases (disseminação). Para o estabelecimento do diagnóstico, é necessária a realização de uma biópsia. O condrossarcoma deve ser totalmente removido na cirurgia, haja vista ele não responder à quimioterapia nem à radioterapia. A amputação de um membro superior ou inferior é raramente necessária. Mais de 75% das indivíduos com condrossarcoma sobrevivem se o tumor for totalmente removido.

O tumor de Ewing (sarcoma de Ewing) afeta os homens com maior freqüência que as mulheres e ocorre mais comumente em indivíduos com idade entre 10 e 20 anos. Quase todos esses tumores ocorrem nos membros superiores ou inferiores, podendo, no entanto, afetar qualquer osso. A dor e o edema são os sintomas mais comuns. Os tumores podem tornar-se bastante grandes, afetando algumas vezes toda a extensão de um osso. Embora a tomografia computadorizada (TC) e a ressonância magnética (RM) possam ajudar na determinação das dimensões exatas do tumor, é necessária a realização de uma biópsia para o diagnóstico. O tratamento consiste em uma combinação de cirurgia, quimioterapia e radioterapia e ele é eficaz em mais de 60% dos casos.

O linfoma maligno do osso (sarcoma das células reticulares) geralmente afeta os indivíduos na quarta ou quinta década da vida. Esse tumor pode originar-se em qualquer osso ou em outra região do corpo e disseminar-se aos ossos. Normalmente, ele causa dor, edema e propensão à fratura. O tratamento consiste em uma combinação de quimioterapia e radioterapia e parece ser tão eficaz quanto a remoção cirúrgica. Raramente, é necessária a realização de uma amputação.

Tumores ósseos metastáticos
Os tumores ósseos metastáticos são cânceres que se disseminaram pelo osso a partir de seu local de origem, em outra região do corpo. Os cânceres que apresentam maior probabilidade de se disseminar aos ossos são os de mama, de pulmão, de próstata, de rim e de tireóide. O câncer pode propagar-se a qualquer osso, mas, em geral, ele não se dissemina além do cotovelo e do joelho. O indivíduo que apresenta ou apresentou câncer e apresenta dor óssea ou edema geralmente é examinado, verificando-se a presença de tumores ósseos metastáticos.

As radiografias e a cintilografia óssea com marcadores radioativos podem ajudar na localização desses tumores. Ocasionalmente, um tumor ósseo metastático causa sintomas antes que o câncer original tenha sido detectado. Os sintomas podem consistir na dor ou em uma fratura óssea na região debilitada pelo tumor. Nessas situações, uma biópsia pode fornecer indícios para localizar o câncer original. O tratamento dependerá do tipo de câncer. Alguns tipos respondem à quimioterapia, alguns à radioterapia, alguns a essas duas modalidades terapêuticas e, finalmente, alguns não respondem a qualquer uma dessas modalidades. Algumas vezes, a cirurgia para estabilização do osso pode evitar a ocorrência de fraturas.

Fonte: Manual Merck, Seção 5 – Distúrbios dos Ossos, das Articulações e dos Músculos.

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O câncer ósseo pode ser primitivo do osso ou metastático, isto é: vindo de outros órgãos. Esses últimos são mais freqüentes e, comumente, oriundos da próstata, mama, tireóide, pulmão e rim. O câncer ósseo primário é pouco freqüente. Mesmo assim, surgem no Brasil, aproximadamente, 2.700 casos novos por ano. Os tipos mais freqüentes desses tumores são: osteossarcoma, tumor de Ewing e condrossarcoma.

As amputações e as desarticulações foram os procedimentos clássicos para o tratamento da maioria dessas lesões até a década de 70. Cerca de 85% dos portadores de osteossarcoma e sarcoma de Ewing, morriam entre o primeiro e segundo anos de vida após o diagnóstico, em conseqüência da disseminação pulmonar. Os dez últimos anos foram marcados por grande impacto no diagnóstico, tratamento, sobrevida e qualidade de vida desses pacientes. Esse impacto positivo ocorreu, fundamentalmente, pelo aparecimento dos aspectos biológicos dessas doenças e pelo enfoque multidisciplinar de tratamento e reabilitação.
O diagnóstico definitivo desses tumores é dado pela biópsia e pelo exame anatomopatológico. A biópsia deve ser feita por cirurgião experiente para não comprometer a cirurgia definitiva. Uma das causas que ainda levam à amputação é uma biópsia mal situada, com significativa contaminação local pelo tumor.

[A] Osteossarcoma
O osteossarcoma é o mais comum dos tumores malignos primários dos ossos. Tem preferência pelo sexo masculino; incidindo, principalmente, em crianças e adultos jovens; podendo ocorrer em qualquer osso ou mesmo em partes moles; mas, na maioria das vezes, acomete o úmero e a tíbia proximais e o fêmur distal.

A dor e/ou aumento de volume locais são os primeiros sintomas. O diagnóstico precoce é fator importante para o prognóstico e o uso de cirurgias preservadoras do membro, o que nos obriga a afastar a possibilidade de osteossarcoma em qualquer criança ou adulto jovem que apresente dor, principalmente, nas porções proximais do úmero e tíbia do fêmur distal. Cerca de 80% dos pacientes já tem doença distante por ocasião do diagnóstico.

A partir da década de 70, o uso da quimioterapia com drogas efetivas no osteossarcoma não-metastático, passou a ser método rotineiro na estratégia do tratamento, nos grandes centros especializados. Com essa abordagem multidisciplinar, o número de cirurgias conservadoras aumentou e as taxas de sobrevida livre de doença passaram a ser de 50 a 70%. O Hospital A. C. Camargo é pioneiro no tratamento multidisciplinar, com índices de sobrevida comparáveis àqueles dos melhores centros do mundo.
Não há diferença estatisticamente significativa nos índices de sobrevida dos pacientes submetidos à cirurgia conservadora, quando comparados às cirurgias com perda do membro. Esse estudo pioneiro em nosso meio, além de mostrar a factibilidade do método, permitiu melhora expressiva na sobrevida e qualidade de vida. O segredo para se fazer cirurgia conservadora, sem perda de membro, é o diagnóstico precoce. O Hospital A. C. Camargo é, também, pioneiro na realização das hemipelvectomias internas totais; ou seja, cirurgia em que se retira todo o osso ilíaco em monobloco com o tumor e preserva o membro, assim como, também da cirurgia de Tikhoff-Linberg, onde se retira a escápula, úmero proximal, parte da clavícula em monobloco com o tumor, preservando-se o braço. Esses tipos de cirurgias são muito gratificantes pela excelente qualidade de vida, quando comparados às amputações interílioabdominal e interescapulotoráxica, onde os pacientes perdiam os membros.

Hoje, com o tratamento agressivo, usando-se várias drogas, cerca de 60% a 70% dos pacientes com osteossarcoma, sem doença metastática, podem ser curados.

Os progressos na cirurgia oncológica ortopédica proporcionam a alternativa de poupar o membro em pelo menos metade dos pacientes com esse tumor. O segredo para a cura e preservação de membro está no diagnóstico precoce.

[B] Sarcoma de Ewing
O sarcoma de Ewing é o segundo tumor ósseo maligno mais comum na infância. Na maioria dos pacientes, o sintoma de apresentação é a dor. Dois terços deles apresentam tumor palpável e, aproximadamente, um quinto aparece com febre; fator que, inicialmente, induz a diagnóstico errôneo de osteomielite. Os sintomas locais mais comuns são: dor e aumento de volume. Os sítios mais comuns de envolvimento são os pulmões, ossos e medula óssea.

Na época em que a cirurgia e/ou radioterapia eram usadas para o tratamento da doença, mesmo quando se conseguia o controle local, mais de 90% dos pacientes morriam por doença metastática.

Os progressos obtidos com o enfoque multidisciplinar nas duas últimas décadas, resultaram na expectativa de que mais de 60% dos pacientes com doença localizada podem ser curados.

No período de 1984 a 1992, 66 portadores de tumor de Ewing foram tratados no Hospital A. C. Camargo (Departamento de Oncologia Pediátrica e Cirurgia Pélvica), com idade média de 10 anos (2 a 18 anos). A sobrevida global foi de 63,5% com segmento médio de 5 anos (4 meses a 8 anos).

Atualmente, no Hospital A. C. Camargo, o tumor de Ewing é tratado usando-se quimioterapia pré-operatória com posterior cirurgia ou radioterapia e quimioterapia pós-operatória.

[C] Condrossarcoma
O condrossarcoma é um tumor maligno cujo tecido neoplásico fundamental é constituído por cartilagem bem desenvolvida. Esse tumor ocorre, principalmente, em adultos entre os 30 e 60 anos e se localiza com maior freqüência no fêmur, tíbia, úmero, escápula, costelas e osso ilíaco. Comumente, são tumores bem diferenciados, de crescimento lento e com taxas de metástases menores que o osteossarcoma e o sarcoma de Ewing.

A cirurgia é a principal forma de tratamento dos condrossarcomas. O princípio básico da cirurgia é fazer-se uma ressecção com amplas margens de segurança, evitando-se a recidiva (um dos fatores de mau prognóstico).

Fonte: Sociedade Brasileira de Cancerologia.

O Blog Virgem em Câncer e Lua na Esperança! reúne sob diversas categorias e tags centenas de posts dedicados à busca da melhoria de qualidade de vida, e cura, de pacientes oncológicos, bem como prevenção. Contudo não trata o Blog do que não lhe é pertinente: fazer o papel de médicos especialistas. Procure sempre um especialista da área que busca informação. Informação é sempre a melhor ferramenta. Converse com seu médico.

Raro, mas crescente
Embora seja raro – com cerca de 2% do conjunto de casos – o câncer de cérebro vem aumentando em várias partes do mundo. No Brasil, as mortes por tipo de câncer já estiveram em oitavo lugar entre as neoplasias, representando 4%, em 2006.

Uma pesquisa que aborda os fatores que podem contribuir para esse aumento será apresentada no Congresso da Sociedade Internacional de Epidemiologia Ambiental, que será realizado em Dublin, na Irlanda. O estudo faz parte da tese de doutorado da pesquisadora da ENSP Gina Torres Rego Monteiro.

Causas do câncer de cérebro
De acordo com a pesquisadora, a etiologia dos casos de câncer no cérebro é complexa e ainda pouco conhecida. Há uma linha de pesquisa sobre fatores potencialmente associados ao desenvolvimento dessa neoplasia, tais como alimentação, uso de determinados medicamentos e exposição a substâncias químicas.

Enfim, ainda não se sabe ao certo o que provoca o crescimento da doença e do número de mortes. “Quando falamos em mortalidade, o câncer no cérebro já se encontra entre as dez primeiras causas de óbito por neoplasias, embora seja muito raro, com cerca de 4% de casos. Os números estão crescendo e não há nenhuma etiologia comprovada“, revelou.

Solventes e impactos na cabeça
A pesquisadora desenvolveu um estudo de caso-controle, no qual entrevistou 238 pessoas com a doença e um outro grupo hospitalizado por outros motivos, para verificar se o conjunto de fatores apontados pela literatura tinha uma maior incidência no grupo de casos.

A maior associação detectada pelo estudo foi a exposição a solventes, mas essa era uma informação autorreferida e com número de casos pequeno. Outra associação observada foi a história pregressa de trauma na cabeça. Nós perguntamos se o fato de ter tido um traumatismo craniano, que seria uma causa física, estaria relacionado ao desenvolvimento de um tumor a longo prazo. A literatura sobre essa associação é controversa, mas alguns estudos a detectaram“, observou.

Meninges e gliomas
Segundo Gina, do ponto de vista histopatológico, há dois grandes grupos de câncer no cérebro. Um deles é o das meninges, que são tumores na membrana que envolve o cérebro, e o outro e o dos gliomas, que acontecem nos tecidos de sustentação do cérebro.

Os traumas estão mais associados à camada mais externa ao cérebro, ou seja, às meninges. Todo câncer tem a ver com reprodução de células. Dessa forma, quando há um trauma, o corpo tem que repor aquelas células mortas e é possível que alguma delas se torne cancerígena. Encontramos outros trabalhos que associam esses fatores“.

Epidemiologia e meio ambiente
Serão apresentados no congresso dois trabalhos, desenvolvidos a partir do estudo principal. Um aborda a dieta na adolescência e outro a história ocupacional, analisando os diferentes grupos ocupacionais. Além desses, Gina irá apresentar um estudo sobre a prevalência de diabetes nos policiais militares de Teresina, no Piauí.

O tema do congresso este ano, que ocorre de 25 a 29 de agosto, será ‘Alimentação, Ambiente e Saúde no Mundo’. De acordo com Gina, o encontro abordará fundamentalmente questões de epidemiologia e meio ambiente, e a participação de alunos em eventos desse porte é muito importante.

Fonte: Diário da Saúde. Agosto, 28, 2009.

O Blog Virgem em Câncer e Lua na Esperança! reúne sob diversas categorias e tags centenas de posts dedicados à busca da melhoria de qualidade de vida, e cura, de pacientes oncológicos, bem como prevenção. Contudo não trata o Blog do que não lhe é pertinente: fazer o papel de médicos especialistas. Procure sempre um especialista da área que busca informação. Informação é sempre a melhor ferramenta. Converse com seu médico.


Para entender mais


Tratamento do Câncer
Laboratório Merck Sharp & Dohme


O excelente texto aborda de forma clara e precisa todos os aspectos do tratamento: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias combinadas e efeitos colaterais. Relaciona, inclusive, diversos tipos de câncer e porcentagem de indivíduos livres da doença após cinco anos de tratamento.

Muitas empresas mudam constantemente seus sites, para evitar perda de material em broken links, decidi colocá-los na pasta de arquivos do Blog.


Arquivos


Basta acessar o arquivo escolhido de Virgem em Câncer e Lua na Esperança! e fazer download.

Rede Câncer: visite para buscar Hospitais da rede SUS no Brasil, selecione no mapa o estado que reside.


Rede Câncer


A Política Nacional de Atenção Oncológica garante o atendimento integral a qualquer doente com câncer, por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia, UNACON, e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia, CACON. Este é o nível da atenção capacitado para determinar a extensão da neoplasia, tratar, cuidar e assegurar a qualidade dos serviços de assistência oncológica, conforme a Portaria nº 2.439/GM de 8 de dezembro de 2005.

Sou publicitário. Não sou médico.

A razão de blogar está em Sobre Virgem em Câncer e Lua na Esperança! Este box quer conter os comentários que buscam diagnósticos, consultas ou respostas que não posso dar. Não sou médico. Por mais informações que tenha reunido e lido, não sou eu a dar um diagnóstico. Encare o Blog como um ajuntamento de informações, e encontre em mim um rio solidário, sem margens para lágrimas. No Blog, existe uma orientação médica de um oncologista. Contudo não se trata de consulta. Procure um médico de sua confiança para consultas. Câncer não espera. Mui grato, Ricardo Menacker.

Contatos:

Material adicional:


Arquivos


Revistas, artigos, pesquisas, dados estatísticos ... Para acessar estes arquivos de Virgem em Câncer e Lua na Esperança! utilize a senha menacker.

Para ver:


Página de vídeos
de Virgem em Câncer e Lua na Esperança!


O blog é um trabalho aberto de criação e disseminação de conteúdo. Nesta página estão locados materiais audiovisuais. Use o espaço. E sorte na jornada!

Mais informações sobre:


Tipos de Câncer


Um guia completo do INCA, Instituto Nacional do Câncer.

Próteses

Pacientes oncológicos e a lei


Faça Valer Seus Direitos


A cartilha da Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves, AFAG, traz a legislação vigente e modelos de formulários a serem usados em diversas ocasiões, como acesso a dados médicos, isenção de imposto de renda, isenção de IPI, ICMS, IPVA, IPTU, Liberação de FGTS, PIS/PASEP, e outras valiosas informações para pacientes oncológicos.

Arquivos e artigos:

Programa Nacional de Humanização de Assistência Hospitalar
Plano de trabalho para a melhoria da qualidade do atendimento público à Saúde.


Comida que Cuida
Dicas de alimentação durante o tratamento do câncer.


Manual de Cuidado Nutricional
em Quimioterapia

Dicas de Nutrição para o paciente oncológico.


A Terapia Nutricional com Vitaminas Antioxidantes e o Tratamento Quimioterápico Oncológico
O artigo aponta os principais benefícios encontrados com a administração concomitante de vitaminas antioxidantes e drogas antineoplásicas.


A Importância da Alimentação
O texto fornece dicas valiosas para prevenção e quaisquer outros distúrbios alimentares como enjôos, vômitos, falta de apetite, diarréia, intestino preso, feridas na boca, boca seca e perda de peso.


Revista Rede Câncer
A publicação trimestral traz matérias diversificadas sobre cuidados, prevenção, legislação e mais uma infinidade de assuntos relacionados ao câncer.


Câncer, faça valer os seus direitos
A legislação brasileira assegura aos portadores de câncer alguns direitos, este guia irá ajudá-lo a exercer esses direitos.


Estatuto da Criança e do Adolescente
Mais do que um compêndio, todo o registro da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

Documentário: Método Kovacsik


Da origem ao fim do câncer
From the origin to the end of cancer


O documentário aborda o Método Kovacsik, desenvolvido Estevam Kovacsik para tratamento e cura do câncer através da radiestesia. Realizado em 2007, o diretor, Daniel Kovacsik, bisneto de Estevam, resgata a memória do tempo e nos mostra a visão simples e prática dum tratamento que não mais requer drogas nem cirurgias. Da origem ao fim do câncer, de Daniel Kovacsik. São Paulo, 2007, DVD, cor, 98’

Entrevista: Saúde da Mulher


A importância da mamografia para a saúde da mulher


O podcast traz entrevista com a Dra. Giselle Mello, assessora médica em mamografia do Grupo Fleury.

Fique de olho:


Retinoblastoma


Um tipo de câncer que ataca células embrionárias da retina e que atinge uma em cada 30 mil crianças até os 3 primeiros anos de vida pede atenção. A Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, TUCCA, elaborou um breve vídeo para abordar a questão. Leia eo artigo. Veja o vídeo.

O câncer na infância e adolescência


Quando suspeitar do câncer na criança e no adolescente
Centro Infantil Boldrini


Nos países desenvolvidos, o câncer representa a primeira causa de morte relacionada à doença, no grupo de 5 a 14 anos de idade. Contudo, nos últimos 30 anos, a terapêutica do câncer infantil teve significativo sucesso e tem alcançado importantes taxas de cura com a utilização das terapias combinadas: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A cartilha produzida traz textos elucidativos sobre o tema ao abordar diversas enfermidades, suas definições, sintomas relacionados e dados estatísticos.

Tumor ósseo


O site Tumor Ósseo traz textos em profusão sobre o tema, abordando o assunto de forma clara e acessível.


O responsável é o Dr. Márcio Moura, professor de Anatomia Humana da UFPR, e de Ortopedia e Ortopedia Oncológica do HC da UFPR.

Tratamento Humanizado


Humanização
Você sabe o que é? Do que trata?


Tenha contato com este importante assunto lendo o Manual de Humanização elaborado pelo Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, PNHAH. Conheça também o Programa Nacional de Humanização

Mais informações sobre:


Próstata


Em duas entrevistas, o Dr. Ricardo Felts de La Roca elucida pontos importantes sobre crescimento benigno e câncer de próstata.

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