Virgem em Câncer

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Nova técnica de terapia testada em ratos seria alternativa à radioterapia.

Pesquisadores da Grã-Bretanha afirmam ter descoberto uma forma de tratar tumores malignos usando pequenos ímãs.

Os pesquisadores das universidades de Sheffield, Keele e Nottingham afirmam que a inovação pode servir como alternativa mais eficiente para o tratamento de tumores.

A pesquisa foi publicada nesta semana na revista científica Gene Therapy.

A atual técnica de terapia genética insere genes dentro de células cancerosas, com o objetivo de matar os tumores. A terapia genética é usada como alternativa à tratamentos convencionais como radioterapia.

Ímãs escolares
Um dos principais problemas desta técnica é conseguir inserir o gene anticâncer nos tumores.

Para contornar o problema, os cientistas britânicos retiraram glóbulos brancos de ratos cancerosos e os carregaram com ímãs minúsculos.

Os glóbulos brancos foram injetados novamente nos ratos. Um ímã maior foi usado para atrair os glóbulos imantados para a região do tumor.

Tudo que temos que fazer é passar os ímãs – o tipo de ímã que as crianças usam em escolas – no lado de fora do tumor. Isso cria um campo magnético ao redor e através do tumor, e é suficiente para puxar esses glóbulos brancos imantados para a massa do tumor“, afirma a pesquisadora Claire Lewis, da Universidade de Sheffield, que liderou o trabalho.

Lewis acredita que a técnica força os genes anticâncer a entrarem mais profundamente no tumor, aumentando as chances de sucesso nos tratamentos.

Como a técnica envolve a utilização de glóbulos brancos dos próprios pacientes, ela acredita que os riscos de uma reação adversa do sistema imunológico do corpo são reduzidos.

Um caso famoso de reação deste tipo aconteceu em 1999, quando a terapia genética foi usada para tratar um distúrbio de metabolismo raro. O tratamento acabou matando um jovem de 18 anos.

Em outros casos de aplicação da terapia, crianças desenvolveram leucemia em decorrência do tratamento.

Apesar destes fracassos, muitos cientistas acreditam que a terapia genética é o futuro no tratamento contra câncer.

Fonte: da BBC para o Portal G1. Abril, 18, 2008.

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Por Ricardo Menacker

No litoral de São Paulo, uma máquina funcionava com prazo de validade vencido“, frase de Zeca Camargo, no Fantástico, da Rede Globo, ao iniciar a reportagem Doentes de câncer fazem radioterapia em aparelhos vencidos, exibida no programa dominical em 4 de outubro e que pode ser acessada na página de vídeos do Blog.

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O primeiro acelerador linear conformacional da Baixada Santista, comprado pelo Hospital Beneficência Portuguesa de Santos, estará em funcionamento até o final do ano.

O novo equipamento desafogará a fila de pacientes que necessitam de radioterapia na região e demais locais do Estado. Desde fevereiro, somente a Santa Casa de Misericórdia de Santos presta esse serviço em toda a região.

A instituição também adquiriu uma nova bomba de cobalto que não é fixa, como a antiga e importou uma nova pastilha deste material.

Segundo o presidente da Beneficência, Ademir Pestana, a casamata (local que abriga o aparelho de radioterapia) está em reforma, porque precisou sofrer adaptações, conforme as normas previstas na Cnen.

Conforme ele, o investimento total foi de cerca de R$ 3 milhões. O dinheiro da pastilha (R$ 300 mil) veio do Governo Estadual. O restante do montante foi obtido por meio de uma linha de crédito especial da Nossa Caixa, que será quitada em 36 vezes sem juros.

Dessa forma, o hospital poderá reativar a radioterapia depois de alguns meses. “Vamos aumentar muito a nossa capacidade de atendimento, porque a pastilha (de cobalto) estava no final de sua vida útil“, ressalta.

Pestana explica que, por exemplo, uma pessoa que precisava permanecer na sessão durante 60 segundos era obrigada a ficar exposta à radiação por até sete minutos. A nova pastilha é três vezes mais poderosa que a anterior.

Fonte: A Tribuna Online. Outubro, 6, 2009.

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A decoradora M., de 46 anos, participou de sessões de radioterapia na Beneficência Portuguesa de Santos, por conta de um câncer no canal endocervical, no ano passado. Ela afirma que sofreu lesões na pele por conta do grande tempo de exposição à radiação proveniente da pastilha de cobalto. O serviço é alvo de investigação do Ministério Público.

Apesar do tratamento, M. diz que a doença evoluiu. Essa pessoa, que pediu para não ser identificada, corre risco de vida e diz que escutava as mesmas reclamações de pacientes.

Aguardo um milagre de Deus. Minha situação é grave. A máquina, que deveria ter contido ou curado meu câncer, não resolveu. Pelo contrário, me queimou toda. Os médicos sempre me diziam que era assim mesmo, que precisava aguentar a dor, pois a radiação estava matando as células cancerígenas“, ressalta.

Por conta dos problemas que enfrentou no hospital, decidiu iniciar um tratamento particular no Instituto do Câncer, na Capital. Agora, explica que tentará convencer o plano de saúde a bancar os custos.

Com certeza, vou entrar na Justiça e procurar o promotor que fez essa denúncia. Posso não estar viva para receber nada. Não é pelo dinheiro, pois ele não compensará a mutilação que terei de passar“, desabafa.

Fonte: A Tribuna Online. Outubro, 6, 2009.

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O vereador Severino Tarcício da Silva (Dóda/PDT) requereu e foi aprovada por unanimidade, a criação de CEV (Comissão Especial de Vereadores) composta por cinco vereadores, para investigar as irregularidades ocorridas no hospital Beneficência Portuguesa de Santos, por conta do mau uso de equipamento de radioterapia que estava usando componente vencido causando risco à saúde. O “Programa Fantástico”, da Rede Globo de Televisão, levou ao ar no último domingo, matéria sobre o assunto.

Segundo o requerimento do parlamentar, apesar do hospital estar situado na vizinha Santos, “é sabido que a aparelhagem citada servia a pacientes de diversas cidades da região, inclusive Cubatão”.

O vereador também requisitou que se obtenha do Hospital Municipal e da própria Secretária Municipal de Saúde a quantidade de pessoas de Cubatão encaminhadas para fazer tratamento na aparelhagem de radioterapia, assim como, o estado de saúde dos mesmos e o número de óbitos: “As pessoas portadoras de câncer de nossa cidade são obrigadas a se deslocar para Santos. É nossa obrigação apurar” disse o vereador, autor do requerimento.

Por sugestão do vereador Adeíldo Heliodoro dos Santos (Dinho/PT), o vereador Dóda/PDT deverá juntar ao processo os documentos que foram arquivados na Câmara através da CEV presidida pelo então vereador Ivânio Batista que tinha como objetivo estudar o elevado número de casos de câncer na cidade.

Fonte: Câmara Municipal de Cubatão. Outubro, 7, 2009.

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O promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Núcleo Santos, Cássio Roberto Conserino, está investigando irregularidades no tratamento de pacientes com câncer no Hospital Beneficência Portuguesa de Santos.

A radioterapia não é prestada pela entidade desde fevereiro. As pessoas dependentes desse serviço vêm sendo encaminhadas à Santa Casa de Misericórdia de Santos e a hospitais da Região Metropolitana de São Paulo.

O presidente da instituição, Ademir Pestana, foi notificado da denúncia de estelionato e crimes contra a saúde pública há dez dias. O caso veio a público por meio de reportagem do Fantástico, da TV Globo, exibida na noite de anteontem.

Um dos motivos que levaram à investigação foi a atividade muito baixa e a necessidade da troca da pastilha de cobalto. Esse material fica num equipamento chamado bomba de cobalto e emite uma radiação para combater o câncer.

A constatação foi feita pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) autarquia federal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia , durante vistoria de uma comissão em 2006. A situação permaneceu igual, de acordo com nova auditoria, no ano passado.

Ainda em 2008, a Secretaria de Estado da Saúde constatou que a pastilha estava fora de validade e que havia um alto risco à saúde pública. O aparelho também não tinha licença de funcionamento.

Em entrevista ao Fantástico, Conserino disse que pretende levantar o número de vítimas que foram submetidas à radioterapia na Beneficência Portuguesa, bem como eventuais óbitos.

Os médicos ouvidos pelo MP explicaram que não é possível avaliar se o tratamento realizado nos últimos anos foi confiável ou não. A Tribuna tentou contato com o promotor, mas até o fechamento desta edição ele não se manifestou.

Maior exposição
Segundo a coordenadora geral de Instalações Médicas Industriais do Cnen, Maria Helena Marechal, o fato da pastilha de cobalto estar desgastada prejudica o tratamento dos pacientes, pois demora mais tempo.

Para exemplificar: uma sessão que normalmente duraria um minuto, pode levar 7, 10 ou até 15 minutos por conta da pastilha gasta. “O paciente precisa ficar imóvel para a radiação não afetar tecidos próximos. Quando o período é muito longo, ele pode se mexer e sofrer lesões na pele”, afirma.

Em relação à dosagem aplicada nas sessões, Maria Helena explica que casos de excessos, normalmente, são identificados pelos especialistas que acompanham aquele que passa pela radioterapia.

Presidente da Comissão de Saúde e Higiene da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Fausto Figueira (PT) criticou a Vigilância Sanitária por permitir a continuação do tratamento dos pacientes.

Ela precisa ter uma atuação mais forte seja num consultório dentário, seja num serviço de radioterapia, que é fundamental. A maior taxa de óbitos por câncer no Estado está na Baixada Santista“, justifica.

Sem queixas
O diretor técnico da Beneficência Portuguesa de Santos, Mário Cardoso Filho, explica que a bomba de cobalto fabricada em 1976 deveria ser trocada, por conta de uma exigência legislativa. Por esse motivo, desde o final do ano passado, não aceitavam novos pacientes. Os tratamentos em andamento continuaram até fevereiro.

Presidente da instituição, Ademir Pestana explicou que as notificações da Cnen e da Secretaria de Estado de Saúde não eram encaminhadas ao hospital, mas à responsável pela manutenção, operação e gestão do da radioterapia, a Unirad Unidade de Radioterapia e Megavoltagem. Este ano, a instituição deverá rescindir o contrato e reassumir o setor.

Nós já tomamos todas as providências possíveis. Cabe agora ao MP investigar se houve irregularidades. Nunca recebemos uma reclamação formal do tratamento de radioterapia“, disse Pestana.

Descarte
Conforme a representante da Cnen, o controle da bomba e da pastilha de cobalto, após a desativação, é rígido. O fabricante do material radioativo é notificado e aceita recebê-lo novamente, mesmo exaurido. Em relação à bomba, as mais antigas, como a da Beneficência Portuguesa, devem ser descartadas em depósitos específicos da própria Cnen.

Audiência pública
Os presidentes das comissões de Saúde e Higiene da Assembleia Legislativa e da Câmara de Santos, Fausto Figueira (PT) e o vereador santista Braz Antunes Mattos Neto (PPS), respectivamente, convocarão uma audiência pública, provavelmente na próxima semana (ainda sem local definido), para debater possíveis irregularidades na radioterapia na Beneficência Portuguesa. O Conselho Regional de Medicina do Estado deverá ser convidado

Compromisso
Durante reunião realizada no mês passado com o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, Figueira diz que o representante da pasta pretende instalar uma aparelhagem de radioterapia no próximo ano no Hospital Guilherme Álvaro ou no ambulatório médico de especialidades (AME) de Santos.

Fonte: por Sandro Tadeu para A Tribuna Online. Outubro, 6, 2009.

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Informe publicitário publicado em A Tribuna

AOS PACIENTES DE RADIOTERAPIA DA EMPRESA “UNIRAD – UNIDADE DE RADIOTERAPIA E MEGAVOLTAGEM DE SANTOS S/C LTDA” ARRENDATÁRIA DOS SERVIÇOS DE RADIOTERAPIA DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE BENEFICÊNCIA DE SANTOS

Sociedade Portuguesa de Beneficência e UNIRAD Unidade de Radioterapia e Megavoltagem de Santos S/C Ltda, em razão de matérias veiculadas no programa “Fantástico” da Rede Globo e na imprensa local, vêm por respeito aos seus pacientes, esclarecer pontos importantes e fundamentais que seguem abaixo:

1 – Em primeiro lugar, esclarecem as declarantes que o serviço de radioterapia da Sociedade Portuguesa de Beneficência é arrendado à sociedade empresarial denominada UNIRAD – Unidade de Radioterapia e Megavoltagem de Santos S/C Ltda, por força de contrato de arrendamento vigente desde fevereiro de 1.996. Assim, pelos termos do contrato vigente, toda responsabilidade pelos serviços e pelo fornecimento de material necessário ao regular desenvolvimento das atividades de radioterapia, a partir do mês de fevereiro de 1996, é de exclusiva responsabilidade da arrendatária -UNIRAD.

2 – Em segundo lugar, esclarecem as declarantes que do ponto de vista técnico, “o desgaste das fontes de Cobalto – 60″ é fenómeno natural, inerente a todo radioisótopo conhecido como decaimento radioativo. No caso em tela, este decaimento foi da ordem de 1,1% ao mês, obrigando ao sistemático reajuste dos tempos de aplicação para que a dose correia seja liberada. Com a “atividade baixa da fonte”, o tempo de aplicação, que em regra geral é da ordem de 1 a 2 minutos, se prolonga, fazendo com que se leve cerca de 10 minutos para que a dose adequada seja liberada ao paciente. 0 aumento do tempo de aplicação se faz necessário para que o equipamento emita radiação na dose correta e para que todos os pacientes recebam tratamento com doses precisas e adequadas à sua condição clínica. Este aumento do tempo de aplicação, do ponto de vista médico e científico, não traz qualquer dano à saúde dos pacientes.

3 – Em terceiro lugar, esclarecem as declarantes que os serviços de radioterapia – por força de normas e legislações federais vigentes – passam periodicamente por rigorosa fiscalização da CNEN -Comissão Nacional de Energia Nuclear, através visitas regulares de inspeção. Em uma destas inspeções, a CNEN constatou alguns pontos que deveriam ser reparados pela arrendatária dos serviços-UNIRAD.

4 – Em quarto lugar, esclarecem as declarantes que os representantes legais da Sociedade Portuguesa de Beneficência apenas e tão somente tiveram conhecimento do resultado da inspeção feita pela CNEN no mês fevereiro de 2009, eis que, o resultado da inspeção foi remetido diretamente para um dos representantes legais da UNIRAD, Dr. Hilário Romanezi Cagnacci.

5 – Em quinto lugar, esclarecem as declarantes que antes mesmo do assunto ter chegado ao conhecimento do diligente representante do Ministério Público do Estado de São Paulo, os representantes legais da Sociedade Portuguesa de Beneficência abriram sindicância interna para apuração de todos os fatos, decidindo, através do seu relatório final, que todos os fatos apurados fossem encaminhados ao Conselho de Ética Médica da Sociedade Portuguesa de Beneficência (Conselho este subordinado ao Conselho Regional de Medicina) e ao Conselho Técnico Médico do Corpo Clínico da Sociedade Portuguesa de Beneficência, orientando ainda, que dependendo das conclusões dos órgãos acima, que todo o processado fosse remetido ao conhecimento do Ministério Público do Estado de São Paulo.

6 – Em sexto lugar, esclarecem as declarantes que os representantes legais da Sociedade Portuguesa de Beneficência, assim que tomaram conhecimento dos fatos se reuniram com autoridades reguladores e resolveram suspender -imediatamente e definitivamente – a utilização do equipamento radioterápico denominado Cobalto – 60.

7 – Em sétimo lugar, esclarecem as declarantes que a Sociedade Portuguesa de Beneficência já adquiriu novo equipamento de “bomba de cobalto” para continuidade dos serviços, destacando que a previsão de chegada ao país do aludido equipamento está inicialmente prevista para o próximo dia 10 de outubro do ano corrente, sendo certo, que tão logo o desembaraço alfandegário seja realizado o equipamento será transportada para a sede da Sociedade Portuguesa de Beneficência; instalado sob a supervisão técnica da CNEN e após os regulares testes de aceitação e controle de qualidade entrará em uso clínico regular.

As declarantes, por fim, se colocam à disposição dos pacientes para eventuais esclarecimentos adicionais necessários a respeito do tema, diretamente em sua sede, através de contato pessoal com o radioterapeuta responsável pelo seu programa de radioterapia.

Santos, 06 de outubro de 2.009.

Unirad – Unidade de Radioterapia e Megavoltagem de Santos Ltda Sociedade Portuguesa de Beneficência

Fonte: Portal Fausto Figueira, deputado estadual do PT paulista., em Vida e Saúde. Outubro, 8, 2009.

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Por Ricardo Menacker

O tema é vasto. Para os que têm sede de conhecimento, o CNEN, Comissão Nacional de Energia Nuclear, tem uma apostila educativa sobre Radioatividade. Tem também outra sobre História da Energia Nuclear.

A apostila relembra ainda o acidente em Goiânia. Agora, se você quer saber especificamente algo medicina visite a apostila Aplicações da Energia Nuclear.

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Efeito da Radioterapia após Mastectomia
A mastectomia é a técnica cirúrgica na qual toda o tecido mamário é removido. Dependendo do tamanho do tumor, ela é complementada por radioterapia, aplicada sobre o tórax, na área correspondente à mama.

O estudo mais abrangente sobre radioterapia após mastectomia é o EBCT Collaborative Group Overview. Nele foram incluídos os resultados de 40 de um total de 45 ensaios clínicos randomizados sobre radioterapia e tratamento de câncer de mama. O total de pacientes estudadas foi superior a 20.000 mulheres.

A redução do número de recorrências no tórax após 20 anos de tratamento foi de 2/3; de 30,1% para 10,4%. Também houve redução do número de recorrências para qualquer local após 20 anos, com diferença absoluta de 7,4%. A diferença de sobrevida foi marginal, em favor para as mulheres tratadas com radioterapia, da ordem de 3,9% ao ano (P=0,06). A principal crítica ao EBCT é a inexistência de terapias sistêmicas efetivas e de megavoltagem na época de randomização.

Os trials DBCG 82b e BCCA randomizaram mulheres de alto risco para receberem radioterapia após mastectomia e CMF. As pacientes foram consideradas de alto risco se tivessem axila positiva, ou no DBCG invasão de pele, de fáscia peitoral ou tumores T3.

Com 10 anos de seguimento, no DBCG o risco de recorrência foi reduzido de 32% para 9% (P=0,001). A sobrevida livre de doença nos braços controle e radioterapia foi de 34% e 48%, respectivamente (P<0,001) e a sobrevida global foi de 45% e 54% (P<0,001). A análise de subgrupos mostrou benefício independente do número de linfonodos removidos, do número de linfonodos positivos, do tamanho do tumor e do grau histopatológico. Em relação ao tipo histológico, as pacientes que tinham carcinoma ductal foram as que mais se beneficiaram. A análise multivariada demonstrou uma redução de risco de 41% de qualquer recorrência ou morte e redução de 29% de morte por qualquer causa.

Com 15 anos de seguimento, o BCCA teve resultados similares ao DBCG. O risoc de recorrência com o tórax como primeiro local, sem falha sistêmica, diminuiu após radioterapia, e a sobrevida livre de doença e sobrevida específica de câncer de mama melhoraram, de 33% para 50% (P=0,007) e 47% para 57% (P=0,05). Nova atualização mostra uma diferença de 9% entre os braços em favor da radioterapia.

Novamente, as críticas ao trabalho concentram-se no esquema quimioterápico utilizado (CMF), sem antraciclina, que tem desempenho inferior. Essa crítica repete aquela feita ao EBCT e considera que os resultados negativos desse trabalho não foram incluídos, o que favoreceria a radioterapia após mastectomia.

Nova metanálise foi conduzida então, para inclusão de todas as pacientes submetidas a mastectomia e quimioterapia. Os resultados demonstraram uma redução de risco de recorrência local para as pacientes randomizadas para radioterapia (OR 0,25, p<0,000001), e redução para o risco de qualquer recorrência (OR 0,69, P=0,00004), e menor mortalidade (OR 0,83, P=0,004).

Indicação de Radioterapia após Mastectomia
Usualmente, a radioterapia após mastectomia é indicada para pacientes com 4 ou mais linfonodos comprometidos. O benefício nesse subgrupo de pacientes parece ser constante, de aproximadamente dois terços de um risco de 10 a 15% de recidiva, num intervalo de tempo de 10 anos. Em tese, pacientes com um a três linfondos comprometidos têm menor risco de recidiva sistêmica, e teriam mais benefício em receberem tratamento que desempenhasse bom controle local de doença. Os trials já fechados têm poucas pacientes nesse grupo e não têm poder estatístico suficiente para mostrar diferenças significativas. Além disso, a toxicidade cardíaca da radioterapia deve ser considerada em uma doença com longa sobrevida, em que a toxicidade quimioterápica será adicionada ao tratamento. Assim, não é indicada radioterapia para pacientes pós-mastectomia, com um a três linfonodos comprometidos.

Consenso
O Painel do NIH sobre Terapia Adjuvante no Câncer de Mama Operável, a Sociedade Americana de Radiologia Terapêutica e Oncologia, o Colégio Americano de Radiologia e a Sociedade Americana de Oncologia Clínica recomendam o uso de radioterapia pós-mastectomia para pacientes com quatro ou mais linfonodos comprometidos, lesões T3 ou T4, ou tumores que envolvam a pele e a musculatura adjacente.

Baseado nos padrões de recorrência, a parede torácica deve ser tratada em todas as pacientes que recebam radioterapia pós-operatória. Para pacientes com quatro ou mais linfonodos axilares, é dado tratamento das regiões supraclavicular e infraclavicular. Para pacientes com um a três linfonodos comprometidos, o beneficio do tratamento dessas áreas é controverso, e elas não são incluídas. A radioterapia axilar é formalmente desencorajada para pacientes que recebem dissecção axilar completa nos níveis I a III pela falta de benefícios comprovados e pelo risco de linfedema pós-operatório. A radioterapia axilar não é recomendada para pacientes que recebam dissecção axilar dos níveis I e II na ausência de doença residual.

Fonte: Blog Mastologia.

Como pode ser feita a radioterapia para o câncer de mama?
As técnicas de radioterapia foram desenvolvidas de forma que a paciente possa receber o tratamento de uma fonte externa na técnica chamada de telerradioterapia, ou de fontes de radiação implantadas na mama, na técnica chamada de braquiterapia. Por uma questão de clareza e simplicidade, referiremo-nos à técnica de telerradioterapia chamando-a apenas de radioterapia, uso comum e consagrado na prática médica diária.

A radiação pode ser dada à mama intacta, à mama operada em que foi feita uma cirurgia conservadora ou à parede torácica, após cirurgia radical de mama. Cada uma das indicações tem vantagens e desvantagens próprias e só com o estudo detalhado das condições da paciente e dos resultados esperados do tratamento que cada uma das técnicas pode ser indicada.

O radioterapeuta, ou radio-oncologista, é o médico que planeja e executa o tratamento radioterápico. No Brasil, o radioterapeuta é um médico que passou por um período de treinamento em serviço de radioterapia de no mínimo dois anos. Após isso, ele é reconhecido como médico radioterapeuta pelo Ministério da Educação, ou pela Associação Médica Brasileira. É necessário, além do trabalho do radioterapeuta, o auxílio de diversos profissionais, como físicos, físicos-médicos, engenheiros e técnicos especializados para o funcionamento de um serviço de radioterapia. Além das pessoas envolvidas em todo o processo, é necessário um edifício projetado especialmente para alojar o equipamento de radioterapia, o bunker, cujo custo pode ultrapassar o milhão de reais.

Modernamente, a radiação pode ser entregue aos tecidos da mama durante a cirurgia, através de um acelerador linear portátil ou de aceleradores convencionais. A técnica, ainda não amplamente difundida, chama-se radioterapia intra-operatória.

Quantas doses são necessárias para o tratamento de radioterapia?
No tratamento convencional, a mama inteira ou a parede torácica recebem uma dose de 46 a 50 Gy (Grey, unidade de medida de radiação ionizante). A dose é dividida em 25 a 28 frações, uma fração por dia, 5 dias por semana. A quantidade de radiação dada por fração de 1,8 a 2 Gy. Recentemente, o regime de fracionamento convencional apresentado acima foi testado em comparação a esquemas mais curto, de 13 a 15 doses, no START Trial A e B.

Quando é feita cirurgia conservadora da mama, após a dose convencional, um dose adicional de 10 a 15 Gy pode ser dada sobre a área da cicatriz, que é o local da mama mais sujeito a recorrência do câncer. Normalmente, um feixe de elétrons é utilizado na técnica. A dose adicional oferece maior controle da doença, especialmente em mulheres mais jovens.

Fonte: Blog Mastologia.

O que é radioterapia?
A radioterapia é uma forma de tratamento de câncer que utiliza a radiação ionizante para causar dano aos tecidos. A emissão de radiação é uma característica física de alguns elementos da natureza e de alguns criados em laboratório, em condições especiais – os elementos radioativos. Em medicina, na prática, o elemento radioativo utilizado é o cobalto-60 (Co 60), por fornecer um feixe de energia alta o suficiente para ser útil no tratamento. Modernamente, os aparelhos de radioterapia de cobalto-60 estão sendo substituídos por aceleradores lineares.

Quais são as formas de radiação utilizadas no tratamento do câncer?
A radiação ionizante pode se apresentar de diversas formas. Os raios-X foram a primeira fonte utilizada de radiação para aplicações médicas. Os raios-X são produzidos quando é retirado todo o ar de dentro de um tubo de vidro e ele é lacrado, de forma que não ocorra trocas de gás entre o ambiente externo e o interno. Em um dos pólos desse tubo, fica um eletrodo negativo, ou cátodo, e um eletrodo positivo, ou ânodo. Quando é aplicada uma diferença de voltagem entre o cátodo o ânodo, por exemplo, ao se passar uma corrente elétrica pelo cátodo, são emitidos elétrons do cátodo em direção ao ânodo, dentro do tubo de vidro, e colidem com um alvo metálico. Essa colisão produz os raios-X, que são utilizados em inúmeros equipamentos de diagnóstico por imagem até hoje.

Para o tratamento, é bastante importante a quantidade de energia que os raios-X carregam. Ao partirem do alvo metálico, os raios-X tem diversas quantidades diferentes de energia. A quantidade máxima de energia é dada pela diferença de voltagem aplicada entre o cátodo e o ânodo. Assim, um pico de voltagem de 250 quilovolts, ou 250.000 volts (250kV), os elétrons vão atingir o alvo com energia máxima de 250 quiloeletron-volts (250eV) e os raios-X terão energia máxima de 250quilovolts (250kV).

Os aceleradores lineares, mencionados na entrada anterior, funcionam pelo mesmo princípio que os tubos de raios-X. O cátodo dos aceleradores lineares é aquecido a temperaturas muito altas, de até 1000 graus Celsius, o que possibilita um feixe com maior quantidade de elétrons do que o tubo de raios-X. A maior quantidade de elétrons no feixe dá maior intensidade de energia, já que há mais elétrons para a colisão com o alvo. O feixe passa por uma série de câmaras com diferenças de voltagem capazes de acelerá-lo à velocidade aproximada da luz, e vai de encontro a um alvo de tungstênio (ou cabeça), que produz fótons de alta energia. Os fótons de alta energia vão de 1mega-eletronvolt (1MeV) até 25 mega-eletronvolts (25MeV), ou de 1 milhão a 25 milhões eletronvolts.

Os fótons de maior energia têm maior penetração nos tecidos e fornecem quantidades de energia maiores para tratamento do câncer. Além disso, por suas propriedades físicas, eles têm a capacidade de “selecionar” e atingir preferencialmente os tecidos moles, em oposição aos ossos.

Alternativamente, os aceleradores lineares podem fornecer feixes de elétrons de alta energia. Os feixes de elétrons têm como característica a baixa penetração tecidual, o que pode ser útil no tratamento de tumores superficiais.

Existem outras formas de radiação ionizante?
Sim. A radiação gama também é formada por fótons e é produzida pelo cobalto-60 e pelas fontes de braquiterapia, como irídio-192 e césio-137. O iodo-125 também emite radiação, porém é do tipo beta e tem baixa voltagem (elétrons). Ele é utilizado no tratamento do câncer de tireóide. Existem outras fontes de radiação utilizadas em diagnóstico na medicina que podem ser consultadas em outras fontes.

Fonte: Blog Mastologia.

Ao diagnosticar a doença, ela é classificada (determina-se o tipo) e seu estágio é avaliado (é realizada uma pesquisa para saber se a doença se disseminou a partir do seu local de origem e em que intensidade). Esta informação é fundamental para estimar o prognóstico do paciente e selecionar o melhor tratamento, que, em geral, consiste de quimioterapia, com ou sem radioterapia.

As medidas preventivas não são específicas para esta doença e relacionam-se àquelas voltadas para uma boa qualidade de vida e as que diminuem os riscos de contato com agentes infecciosos. Claro que a exposição a agentes tóxicos, sejam químicos ou físicos, são desaconselháveis por muitos motivos, inclusive para diminuir riscos de doenças neoplásicas.

Vale ressaltar que, na dependência do tipo de linfoma envolvido, as possibilidades de tratamento e cura são bastante animadoras, tendo em vista os atuais avanços da pesquisa nesta área específica da medicina, denominada onco-hematologia.

Como em outros tipos de câncer, um diagnóstico precoce muitas vezes pode ser decisivo para aumentar as chances de cura. Por isso, é importante manter o acompanhamento médico periódico e procurar ajuda sempre que algum incômodo chame a atenção.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

O tratamento das lesões precursoras do câncer do colo do útero é individualizado para cada caso. Varia desde o simples acompanhamento cuidadoso, a diversas técnicas, incluindo a crioterapia (congelamento) e outras formas de cauterização, até retirada da área da lesão.

O tratamento do câncer propriamente dito depende do estágio e da extensão e do estado da mulher, mas, em geral, combina cirurgia para a remoção do útero e dos gânglios próximos com radioterapia e/ou quimioterapia para eliminar as células malignas e impedir seu desenvolvimento.

Hoje em dia, já é possível preservar parte do útero para quem ainda desejar engravidar – desde que, evidentemente, se trate de um tumor em estágio inicial e limitado ao colo. Nos casos mais graves, ao contrário, pode ser necessário retirar, além do útero, outros órgãos e estruturas pélvicas.

O fato é que, assim como ocorre no câncer de mama, quanto mais precoce for a detecção do tumor, menos complexa será a intervenção cirúrgica. Vale lembrar que tanto o diagnóstico de lesões pré-cancerosas quanto cancerosas, mesmo após adequadamente tratadas requerem um acompanhamento médico bem estrito para controlar o aparecimento de novas alterações do gênero.

A prevenção do câncer de colo de útero passa por cuidados para evitar a infecção pelo HPV, o que implica o uso de preservativo em todas as relações sexuais, a boa observação das medidas de higiene pessoal, a distância do tabagismo e, principalmente, o acompanhamento ginecológico uma vez por ano, após o início da atividade sexual.

A realização do Papanicolau, exame de alta eficácia e baixo custo, é fundamental, pois consegue identificar alterações celulares compatíveis com a infecção pelo HPV antes mesmo que haja alterações visíveis. No caso de existir infecção, convém esclarecer que o parceiro sexual também precisa ser tratado para garantir a erradicação do vírus e a proteção contra o câncer.

Outra medida preventiva de destaque é a vacinação contra o HPV, indicada para mulheres de 9 a 26 anos, de preferência antes de começarem sua vida sexual. A vacina protege contra subtipos do HPV responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo uterino e por 90% dos casos de verrugas genitais e deve ser aplicada em três doses, a segunda depois de um mês e a terceira depois de seis meses, com reforço após cinco anos.

Contudo, a imunização deve ser associada às demais medidas preventivas para aumentar a proteção contra o câncer – e jamais substituí-las –, uma vez que não dá cobertura contra outros subtipos do vírus e contra outras graves doenças sexualmente transmissíveis, como a aids, por exemplo.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

A cirurgia é o tratamento primário do câncer colorretal. O tipo da intervenção depende da localização e tamanho do tumor, mas, em geral, o procedimento se resume à remoção da parte do intestino afetada e dos gânglios próximos a essa região, retirados para impedir uma recidiva local.

Pode ser necessário complementar o tratamento cirúrgico com radioterapia e quimioterapia, métodos terapêuticos que inibem o reaparecimento e disseminação do tumor.

No caso de haver somente pólipos, é necessário apenas removê-los por meio da própria colonoscopia e fazer o acompanhamento em intervalos de tempo que devem ser definidos pelo médico que acompanha o caso.

Para prevenir o câncer colorretal, é importante praticar exercícios físicos regularmente e manter uma dieta saudável, pobre em gorduras de origem animal e rica em fibras – presentes em cereais, vegetais e frutas –, em folato – encontrado em alimentos como espinafre, feijão branco, laranja, aspargo, couve-de-bruxelas, maçã e soja – e no cálcio do leite e de seus derivados, de preferência desnatados ou light.

As fibras, particularmente, têm um papel fundamental na manutenção da saúde do intestino, pois aumentam o bolo fecal, aceleram a velocidade do trânsito intestinal e diminuem o contato das substâncias cancerígenas com a parede do cólon.

Além disso, deve ser evitado o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, assim como o tabagismo, os quais estão implicados com a maioria dos cânceres. Entretanto, da mesma forma que nos outros tipos de câncer, a medida mais importante é a detecção precoce de lesões pré-cancerosas. Por isso, recomenda-se que toda pessoa com mais de 50 anos faça uma colonoscopia periodicamente.

O intervalo entre os exames será determinado pelo gastroenterologista que acompanha o caso, conforme os achados. Já as pessoas com parentes de primeiro grau com câncer colorretal devem ser submetidas à colonoscopia preventiva a partir dos 40 anos de idade.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

O tratamento depende do tipo, do tamanho e do estágio do tumor, assim como da idade da pessoa e de seu estado de saúde. Na maioria dos casos, porém, combina a retirada completa da tiróide – procedimento chamado de tiroidectomia total –, com ou sem a retirada de gânglios do pescoço. Na maioria dos casos de carcinomas papilíferos e foliculares, a cirurgia é seguida do tratamento com iodo radioativo, para destruir células tiroidianas e células cancerosas remanescentes.

Após esses tratamentos, o paciente é iniciado em terapia com hormônio tiroidiano, que serve não só para reposição hormonal mas também para evitar a recidiva do tumor. A radioterapia convencional tem indicação apenas em alguns casos e a quimioterapia não costuma ser utilizada para tratar esse tipo de câncer.

Pacientes com história de câncer de tiróide necessitam ser monitorados periodicamente. No monitoramento, é importante a avaliação clínica feita pelo médico, exames de imagem como a ultra-sonografia e a obtenção de marcadores tumorais, como a tireoglobulina no caso de tumores papilíferos e foliculares, e a calcitonina e o CEA no caso do carcinoma medular.

Como a herança genética e a história de exposição à radiação estão envolvidas com boa parte dos casos do câncer de tiróide, parece fundamental que a pessoa com qualquer um desses fatores de risco visite periodicamente o endocrinologista, que determinará o intervalo dos exames de rastreamento caso a caso. Quem desconhece essa informação deve, no mínimo, ter contato com um médico de confiança pelo menos uma vez por ano, na vida adulta, para um check-up geral.

Por último, vale lembrar que qualquer achado anormal no pescoço deve ser valorizado e corretamente esclarecido quanto antes. Em se tratando de câncer, as chances de cura são sempre maiores quanto mais precoce for o diagnóstico.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

O tratamento do câncer de pulmão pode ser feito por meio de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, seja de maneira combinada ou isolada. A terapêutica visa a eliminar as células cancerosas e impedir seu reaparecimento. A escolha da melhor estratégia varia de acordo com o tipo, tamanho, a localização e a extensão do tumor, assim como das condições de saúde geral do portador da doença.

Quando realizada, a intervenção cirúrgica é, geralmente, abrangente, podendo ser necessária a retirada de um dos lobos pulmonares ou mesmo um pulmão inteiro, demandando fisioterapia respiratória posterior para o indivíduo retomar sua capacidade pulmonar.

Alguns cânceres, porém, não têm indicação de cirurgia, seja por causa das condições locais do tumor, seja por causa do estágio avançado da doença. Em tais casos, a abordagem terapêutica costuma se basear na associação entre a quimioterapia e a radioterapia.

A ação mais importante para prevenir o câncer de pulmão é evitar o tabagismo ou interromper, caso esse hábito já exista. Hoje há medicamentos novos e eficazes que podem auxiliar as pessoas nessa empreitada, os quais, evidentemente, requerem a prescrição e o acompanhamento de um médico.

Após dez anos de abstinência do cigarro, é possível adquirir um novo panorama em relação ao risco para câncer de pulmão. Com isso, a chance de instalação de um tumor pulmonar maligno nesse ex-tabagista torna-se semelhante à de qualquer outra pessoa não-fumante, que é uma probabilidade mais remota, vale sublinhar.

Quem, contudo, insiste em fumar deve ter o cuidado de visitar um especialista todo ano para fazer um exame adequado, a fim de detectar lesões iniciais. O mesmo vale para as pessoas que trabalham expostas a irritantes pulmonares e para indivíduos com história familiar da doença. Não custa lembrar que, quando o câncer está limitado ao pulmão, as chances de cura são mais altas e podem atingir até 75%.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

O tratamento depende do estágio da doença, do tipo de tumor e do estado geral da mulher. A cirurgia ainda é o método mais utilizado, mas, hoje em dia, não se adota mais a retirada total das mamas indistintamente. Para nódulos menores e sem comprometimento da axila, a cirurgia pode ser conservadora.

Os médicos geralmente combinam o procedimento a uma ou mais terapias para frear, de alguma forma, a disseminação da doença para outras regiões da mama ou outros órgãos. Entre as mais usadas estão a quimioterapia, que consiste na administração endovenosa de medicamentos para destruir essas células; a radioterapia, que aplica localmente radiação com a mesma finalidade; e a hormonioterapia, que bloqueia os hormônios femininos dificultando o crescimento das células tumorais.

Contra o câncer de mama, há pouco a fazer em termos de prevenção primária, até porque suas causas não estão bem esclarecidas. Ainda assim, a adoção de hábitos saudáveis sempre pode ajudar a reduzir o risco, como praticar atividade física, não ingerir bebidas alcoólicas com freqüência e controlar o peso, visto que a gordura é um local de depósito do estrógeno. Juntamente com tais cuidados, convém usar anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal com parcimônia.

Na prática, contudo, o diagnóstico precoce ainda é a melhor arma disponível para reduzir a mortalidade por esse câncer. Afinal, quanto mais cedo se detecta o tumor, maior é a chance de tratá-lo com sucesso. Por essa razão, existe um consenso de que toda mulher, a partir dos 40 anos, deve se submeter anualmente a um exame clínico das mamas – realizado durante consulta a um ginecologista ou mastologista – e fazer mamografia.

O auto-exame periódico após a menstruação também é recomendável, por ser a chance de perceber alguma alteração mamária, principalmente nas pacientes mais jovens.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

Ao menos quatro hospitais brasileiros estão tratando câncer nos ossos com crioterapia, técnica em que o osso doente é retirado do paciente, congelado em nitrogênio líquido e depois reimplantado. O método foi desenvolvido no Japão, onde já é usado rotineiramente há pelo menos dez anos.

A maioria dos centros que tratam câncer nos ossos usa o procedimento padrão: depois da quimioterapia, o paciente passa por uma cirurgia em que o osso é retirado e descartado. Em seguida, o local recebe uma prótese, um osso de doador ou um osso do próprio paciente.

Há pouco mais de um mês, o Hospital das Clínicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) passou a usar a técnica e operou uma jovem de 24 anos, que tinha um sarcoma de Ewing (tipo de tumor). Ela já recebeu alta e se recupera bem. Outro paciente deve ser operado nas próximas semanas.

A ideia é transformar essa cirurgia em rotina na ortopedia oncológica. Todos que tiverem indicação passarão por esse procedimento. É uma técnica muito simples, mais barata e sem risco de rejeição“, afirma o ortopedista oncológico Maurício Etchebehere, professor da Unicamp e chefe do Departamento de Ortopedia.

Um dos primeiros a usar a técnica no Brasil foi o professor Márcio Fernando de Moura, da Universidade Federal do Paraná. Desde 2003, ele já operou 35 pacientes em dois centros – Hospital das Clínicas de Curitiba e Hospital de Fraturas 15. Nenhum dos pacientes operados por ele teve recidiva (reaparecimento do tumor).

O Hospital de Câncer de Pernambuco, o segundo a usar o método no Brasil, já operou 22 pacientes – o tumor voltou em dois deles. “Essa cirurgia é mais uma arma terapêutica que a gente tem para tratar o câncer ósseo. É um método simples, acessível e que traz resultados satisfatórios“, acredita o ortopedista oncológico Antônio Marcelo Gonçalves de Souza, chefe do Departamento de Ortopedia do hospital.

Segundo Souza, a cirurgia pode tratar cânceres primários (que começam nos ossos) e secundários (metástases).

O protocolo padrão de tratamento, que inclui ciclos de quimioterapia, é mantido. “Isso não muda nada. A diferença é que em vez de o paciente colocar uma prótese ou um enxerto de cadáver, vai receber o próprio osso tratado“, explica.

De acordo com Maurício Etchebehere, o congelamento mata todas as células do osso -tanto as doentes quanto as sadias. E, depois de reimplantado, lentamente esse osso volta a ser nutrido e vascularizado.

Mais barata
Os três cirurgiões afirmam que a técnica é mais barata do que a convencional – uma prótese pode custar entre R$ 5.000 e R$ 15 mil, enquanto o nitrogênio líquido usado no procedimento custa cerca de R$ 100.

O Brasil tem pouquíssimos bancos de ossos [hoje são apenas quatro em funcionamento], o que dificulta o acesso aos enxertos. Além disso, temos um problema cultural: poucas pessoas aceitam doar seus ossos“, diz Antônio Souza.

A recuperação pós-cirúrgica nesses casos é igual à recuperação tradicional. O paciente precisa usar muletas e restringir a carga no membro operado por, no mínimo, três meses.

Assim como qualquer outro tipo de tumor, há risco de o câncer voltar a aparecer. De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o percentual aceitável de reaparecimento do tumor varia de 5% a 10% da amostra de pacientes.

Roberto André Torres de Vasconcelos, ortopedista da Seção de Tecido Ósseo Conectivo do Inca, diz que a crioterapia é uma técnica que deve ser considerada, mas que ela não é a melhor opção de tratamento.

Para ele, não há garantia de que todas as células cancerígenas sejam destruídas durante os 20 minutos de congelamento. “Se congelar demais, o osso pode ficar enfraquecido e mais suscetível a fraturas; se congelar menos do que o necessário, há o risco de alguma célula doente continuar no local. Por isso, não sei se essa é a melhor alternativa“, avalia.

Na opinião de Vasconcelos, o ideal seria fazer estudos comparando todas as técnicas existentes para ser possível avaliar qual delas apresenta, de fato, o melhor prognóstico. “Sei que isso é difícil porque esse não é um câncer comum“, pondera.

O câncer primário dos ossos não está entre os dez mais comuns do Brasil e acomete mais os adultos jovens. Os tumores secundários atingem mais pacientes acima de 45 anos.

Fonte: Texto de Fernanda Bassette para o Jornal Folha de São Paulo. Setembro, 1, 2009

É um tratamento indolor, cuja sessão demora poucos minutos. Nestes, o paciente é submetido a raios de alta intensidade, raios-X, fótons, elétrons, para destruir células malignas no órgão afetado, protegendo tecidos saudáveis que o cercam. O número de sessões é definida pelo oncologista. Na primeira delas são delimitados os campos de irradiação, e marcações na pele são traçadas para assinalar aonde os raios devem ser direcionados. Os raios agridem a pele no local tratado, deixando-a vermelha e sensível. Evitar esfregar a pele é uma medida prática para conter a ardência, evitar sol e usar roupas de algodão também são. Vale lembrar que efeitos colaterais ganham o fim gradualmente com o término do tratamento.

O Blog Virgem em Câncer e Lua na Esperança! reúne sob diversas categorias e tags centenas de posts dedicados à busca da melhoria de qualidade de vida, e cura, de pacientes oncológicos, bem como prevenção. Contudo não trata o Blog do que não lhe é pertinente: fazer o papel de médicos especialistas. Procure sempre um especialista da área que busca informação. Informação é sempre a melhor ferramenta. Converse com seu médico.

Câncer demanda tempo e paciência. Os três principais tratamentos utilizados são cirurgia, quimioterapia e radioterapia, ou a combinação destes dependendo do estado evolutivo em que a doença se encontra. Tais procedimentos são determinados pelo oncologista ao longo do tratamento.

Efeitos colaterais podem acometer o paciente. Cansaço, perda de apetite, de sono, náuseas, aftas ou o desânimo e baixa auto-estima pela perda de cabelo, cicatrizes, emagrecimento que resultam em mudanças na vida afetiva, sexual e social. Não obstante, tudo é reversível. E passageiro. Enfrentar um câncer demanda tempo, paciência, e coragem. Há que se promover o qualidade de vida buscando o apoio de diversos profissionais como médicos, psicólogos e terapeutas.

Tratar câncer demanda coragem e determinação sem precedentes.

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Para entender mais


Tratamento do Câncer
Laboratório Merck Sharp & Dohme


O excelente texto aborda de forma clara e precisa todos os aspectos do tratamento: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias combinadas e efeitos colaterais. Relaciona, inclusive, diversos tipos de câncer e porcentagem de indivíduos livres da doença após cinco anos de tratamento.

Muitas empresas mudam constantemente seus sites, para evitar perda de material em broken links, decidi colocá-los na pasta de arquivos do Blog.


Arquivos


Basta acessar o arquivo escolhido de Virgem em Câncer e Lua na Esperança! e fazer download.

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A Política Nacional de Atenção Oncológica garante o atendimento integral a qualquer doente com câncer, por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia, UNACON, e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia, CACON. Este é o nível da atenção capacitado para determinar a extensão da neoplasia, tratar, cuidar e assegurar a qualidade dos serviços de assistência oncológica, conforme a Portaria nº 2.439/GM de 8 de dezembro de 2005.

Sou publicitário. Não sou médico.

A razão de blogar está em Sobre Virgem em Câncer e Lua na Esperança! Este box quer conter os comentários que buscam diagnósticos, consultas ou respostas que não posso dar. Não sou médico. Por mais informações que tenha reunido e lido, não sou eu a dar um diagnóstico. Encare o Blog como um ajuntamento de informações, e encontre em mim um rio solidário, sem margens para lágrimas. No Blog, existe uma orientação médica de um oncologista. Contudo não se trata de consulta. Procure um médico de sua confiança para consultas. Câncer não espera. Mui grato, Ricardo Menacker.

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O blog é um trabalho aberto de criação e disseminação de conteúdo. Nesta página estão locados materiais audiovisuais. Use o espaço. E sorte na jornada!

Mais informações sobre:


Tipos de Câncer


Um guia completo do INCA, Instituto Nacional do Câncer.

Próteses

Pacientes oncológicos e a lei


Faça Valer Seus Direitos


A cartilha da Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves, AFAG, traz a legislação vigente e modelos de formulários a serem usados em diversas ocasiões, como acesso a dados médicos, isenção de imposto de renda, isenção de IPI, ICMS, IPVA, IPTU, Liberação de FGTS, PIS/PASEP, e outras valiosas informações para pacientes oncológicos.

Arquivos e artigos:

Programa Nacional de Humanização de Assistência Hospitalar
Plano de trabalho para a melhoria da qualidade do atendimento público à Saúde.


Comida que Cuida
Dicas de alimentação durante o tratamento do câncer.


Manual de Cuidado Nutricional
em Quimioterapia

Dicas de Nutrição para o paciente oncológico.


A Terapia Nutricional com Vitaminas Antioxidantes e o Tratamento Quimioterápico Oncológico
O artigo aponta os principais benefícios encontrados com a administração concomitante de vitaminas antioxidantes e drogas antineoplásicas.


A Importância da Alimentação
O texto fornece dicas valiosas para prevenção e quaisquer outros distúrbios alimentares como enjôos, vômitos, falta de apetite, diarréia, intestino preso, feridas na boca, boca seca e perda de peso.


Revista Rede Câncer
A publicação trimestral traz matérias diversificadas sobre cuidados, prevenção, legislação e mais uma infinidade de assuntos relacionados ao câncer.


Câncer, faça valer os seus direitos
A legislação brasileira assegura aos portadores de câncer alguns direitos, este guia irá ajudá-lo a exercer esses direitos.


Estatuto da Criança e do Adolescente
Mais do que um compêndio, todo o registro da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

Documentário: Método Kovacsik


Da origem ao fim do câncer
From the origin to the end of cancer


O documentário aborda o Método Kovacsik, desenvolvido Estevam Kovacsik para tratamento e cura do câncer através da radiestesia. Realizado em 2007, o diretor, Daniel Kovacsik, bisneto de Estevam, resgata a memória do tempo e nos mostra a visão simples e prática dum tratamento que não mais requer drogas nem cirurgias. Da origem ao fim do câncer, de Daniel Kovacsik. São Paulo, 2007, DVD, cor, 98’

Entrevista: Saúde da Mulher


A importância da mamografia para a saúde da mulher


O podcast traz entrevista com a Dra. Giselle Mello, assessora médica em mamografia do Grupo Fleury.

Fique de olho:


Retinoblastoma


Um tipo de câncer que ataca células embrionárias da retina e que atinge uma em cada 30 mil crianças até os 3 primeiros anos de vida pede atenção. A Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, TUCCA, elaborou um breve vídeo para abordar a questão. Leia eo artigo. Veja o vídeo.

O câncer na infância e adolescência


Quando suspeitar do câncer na criança e no adolescente
Centro Infantil Boldrini


Nos países desenvolvidos, o câncer representa a primeira causa de morte relacionada à doença, no grupo de 5 a 14 anos de idade. Contudo, nos últimos 30 anos, a terapêutica do câncer infantil teve significativo sucesso e tem alcançado importantes taxas de cura com a utilização das terapias combinadas: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A cartilha produzida traz textos elucidativos sobre o tema ao abordar diversas enfermidades, suas definições, sintomas relacionados e dados estatísticos.

Tumor ósseo


O site Tumor Ósseo traz textos em profusão sobre o tema, abordando o assunto de forma clara e acessível.


O responsável é o Dr. Márcio Moura, professor de Anatomia Humana da UFPR, e de Ortopedia e Ortopedia Oncológica do HC da UFPR.

Tratamento Humanizado


Humanização
Você sabe o que é? Do que trata?


Tenha contato com este importante assunto lendo o Manual de Humanização elaborado pelo Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, PNHAH. Conheça também o Programa Nacional de Humanização

Mais informações sobre:


Próstata


Em duas entrevistas, o Dr. Ricardo Felts de La Roca elucida pontos importantes sobre crescimento benigno e câncer de próstata.

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