Usada para curar o órgão atingido ou complementar cirurgia ou radioterapia, o oncologista lança mão da quimioterpia para atingir e destruir células malignas. A quimioterapia é administrada em intervalos, ou ciclos, seguidos de período de repouso dada a toxidez dos medicamentos no corpo. Cada sessão quimioterápica pode durar de alguns minutos a várias horas e até dias, de acordo com o tipo de câncer em tratamento, medicamentos utilizados e reação do organismo do paciente. Existem diversos tipos de medicamentos, geralmente usados em combinações para ampliar a eficácia e tolerância.

Efeitos colaterais estão presentes na maioria dos casos porque os medicamentos são bastante ativos, agem nas células doentes mas também atigem células sãs do cabelo, pele, medula óssea e mucosa bucal, causando perda de cabelo, problemas bucais e gastrointestinais e alteração da composição sanguínea, como baixa taxa de glóbulos e plaquetas. Exames periódicos garantem tratamento correto. Cansaço é o sintoma mais constante durante a doença, decorre dos medicamentos e procedimentos e desaparece gradualmente, uma alimentação energética contribui para o restabelecimento do paciente. Náuseas e vômitos são os efeitos mais comuns aos pacientes e existem medidas para bloquear tais efeitos, como administração de medicamentos antieméticos antes da sessão quimioterápica propriamente dita. Diarréia e prisão de ventre podem acompanhar o paciente durante o tratamento. Cabe ao paciente relatar quaisquer efeitos colaterais ao oncologista, e seguir recomendações alimentares prescritas pelo médico ou nutricionista.

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