Por Ricardo Menacker

PET-CT - final

A precisão de exames é o que assegura ao paciente o domínio de si. Saber em que ponto se encontra o estágio da doença é fundamental para traçar estratégias de ação, eu diria combate!

O PET CT [Positron Emission Tomography – Computed Tomography] é um exame de alta complexidade que emprega derivados radioativos captados por alguns tumores. Tumores malignos são ávidos por glicose e oxigênio. Para o exame, injeta-se um rádio-fármaco de contraste no paciente, o Flúor-desoxiglicose [FDG-18], que entra no metabolismo celular. O paciente é submetido ao tomógrafo, que emite partículas chamadas pósitrons e detecta o FDG-18, formando imagens. Nas regiões que o metabolismo é mais acelerado, observa-se maior concentração de FDG-18. O exame dura cerca de uma hora, 40 minutos para efeito do do contraste mais 20 minutos para screening propriamente dito. Jejum de 4 a 6 horas antes do exame.

O PET-CT é uma técnica que produz dois tipos de exames: tomografia por emissão de pósitrons [PET] e tomografia computadorizada [CT]. Juntos, estes formam uma terceira imagem com informações do metabolismo e morfológica dos órgãos. Este exame permite reconhecer variações na atividade metabólica de um determinado órgão, mesmo quando alterações não são ainda identificadas em exames de ressonância magnética ou tomografia computadorizada, o que o torna uma ferramenta ideal para diagnósticos precisos.

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