O câncer de pulmão é o tumor maligno mais comum, apresentando um aumento anual de 2% em sua ocorrência, ou seja, todo ano o número de casos novos aumenta nesse percentual, especialmente na sexta década de vida.

Infelizmente, também é o câncer que apresenta maior taxa de mortalidade no mundo, tanto em homens quanto em mulheres, atingindo 30% das causas de mortes por câncer. O principal agente causal relacionado a este tumor é o cigarro, que está implicado em 90% dos casos.

Como outras doenças do gênero, o tumor pulmonar também se desenvolve por meio da multiplicação desordenada de células anormais, que efetivamente formam a lesão, destroem os tecidos adjacentes e ainda podem atingir a circulação e migrar para outros órgãos do corpo humano – processo conhecido como metástase.

Essa capacidade de disseminação varia conforme a natureza, ou tipo histológico e o tempo de instalação do câncer. No caso do tumor pulmonar há uma divisão em dois grupos histológicos: o de não-pequenas células e o de pequenas células.

O primeiro grupo, composto por tipos variados de células é responsável por cerca de 80% dos casos com um desenvolvimento e disseminação mais lenta que o segundo grupo, que é potencialmente mais fatal.

O câncer pulmonar dificilmente é diagnosticado de forma precoce. Pelo menos dois terços das pessoas, quando procuram o médico pela primeira vez, já estão com a doença avançada, seja local ou disseminada para outros órgãos.

Em parte, esta dificuldade para o diagnóstico decorre do fato de que os sintomas desse tumor se assemelham aos que já são esperados para fumantes de longa data. Por isso, a melhor medida para evitar esse tumor é não fumar ou parar quanto antes.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

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