A cirurgia é o tratamento primário do câncer colorretal. O tipo da intervenção depende da localização e tamanho do tumor, mas, em geral, o procedimento se resume à remoção da parte do intestino afetada e dos gânglios próximos a essa região, retirados para impedir uma recidiva local.

Pode ser necessário complementar o tratamento cirúrgico com radioterapia e quimioterapia, métodos terapêuticos que inibem o reaparecimento e disseminação do tumor.

No caso de haver somente pólipos, é necessário apenas removê-los por meio da própria colonoscopia e fazer o acompanhamento em intervalos de tempo que devem ser definidos pelo médico que acompanha o caso.

Para prevenir o câncer colorretal, é importante praticar exercícios físicos regularmente e manter uma dieta saudável, pobre em gorduras de origem animal e rica em fibras – presentes em cereais, vegetais e frutas –, em folato – encontrado em alimentos como espinafre, feijão branco, laranja, aspargo, couve-de-bruxelas, maçã e soja – e no cálcio do leite e de seus derivados, de preferência desnatados ou light.

As fibras, particularmente, têm um papel fundamental na manutenção da saúde do intestino, pois aumentam o bolo fecal, aceleram a velocidade do trânsito intestinal e diminuem o contato das substâncias cancerígenas com a parede do cólon.

Além disso, deve ser evitado o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, assim como o tabagismo, os quais estão implicados com a maioria dos cânceres. Entretanto, da mesma forma que nos outros tipos de câncer, a medida mais importante é a detecção precoce de lesões pré-cancerosas. Por isso, recomenda-se que toda pessoa com mais de 50 anos faça uma colonoscopia periodicamente.

O intervalo entre os exames será determinado pelo gastroenterologista que acompanha o caso, conforme os achados. Já as pessoas com parentes de primeiro grau com câncer colorretal devem ser submetidas à colonoscopia preventiva a partir dos 40 anos de idade.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

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