Os nódulos maiores podem ser identificados pelo exame físico numa consulta de rotina, mas os menores e as microcalcificações só aparecem em exames de imagem, como a mamografia, que nada mais é do que uma radiografia das mamas.

As características dos achados podem sugerir a classificação da lesão – benigna ou maligna –, mas essa informação obrigatoriamente precisa ser confirmada, antes da adoção de qualquer medida terapêutica, pela biópsia mamária, que consiste na coleta de material da área suspeita para análise.

Atualmente, existem recursos diagnósticos minimamente invasivos para essa investigação, como a punção aspirativa por agulha fina, a biópsia de fragmento e a mamotomia. Nos três métodos, são colhidas células e/ou fragmentos da lesão sob orientação da mamografia ou ultra-sonografia. Esses procedimentos são realizados ambulatorialmente e com anestesia local.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

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