O tratamento do câncer de pulmão pode ser feito por meio de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, seja de maneira combinada ou isolada. A terapêutica visa a eliminar as células cancerosas e impedir seu reaparecimento. A escolha da melhor estratégia varia de acordo com o tipo, tamanho, a localização e a extensão do tumor, assim como das condições de saúde geral do portador da doença.

Quando realizada, a intervenção cirúrgica é, geralmente, abrangente, podendo ser necessária a retirada de um dos lobos pulmonares ou mesmo um pulmão inteiro, demandando fisioterapia respiratória posterior para o indivíduo retomar sua capacidade pulmonar.

Alguns cânceres, porém, não têm indicação de cirurgia, seja por causa das condições locais do tumor, seja por causa do estágio avançado da doença. Em tais casos, a abordagem terapêutica costuma se basear na associação entre a quimioterapia e a radioterapia.

A ação mais importante para prevenir o câncer de pulmão é evitar o tabagismo ou interromper, caso esse hábito já exista. Hoje há medicamentos novos e eficazes que podem auxiliar as pessoas nessa empreitada, os quais, evidentemente, requerem a prescrição e o acompanhamento de um médico.

Após dez anos de abstinência do cigarro, é possível adquirir um novo panorama em relação ao risco para câncer de pulmão. Com isso, a chance de instalação de um tumor pulmonar maligno nesse ex-tabagista torna-se semelhante à de qualquer outra pessoa não-fumante, que é uma probabilidade mais remota, vale sublinhar.

Quem, contudo, insiste em fumar deve ter o cuidado de visitar um especialista todo ano para fazer um exame adequado, a fim de detectar lesões iniciais. O mesmo vale para as pessoas que trabalham expostas a irritantes pulmonares e para indivíduos com história familiar da doença. Não custa lembrar que, quando o câncer está limitado ao pulmão, as chances de cura são mais altas e podem atingir até 75%.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

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