Ao diagnosticar a doença, ela é classificada (determina-se o tipo) e seu estágio é avaliado (é realizada uma pesquisa para saber se a doença se disseminou a partir do seu local de origem e em que intensidade). Esta informação é fundamental para estimar o prognóstico do paciente e selecionar o melhor tratamento, que, em geral, consiste de quimioterapia, com ou sem radioterapia.

As medidas preventivas não são específicas para esta doença e relacionam-se àquelas voltadas para uma boa qualidade de vida e as que diminuem os riscos de contato com agentes infecciosos. Claro que a exposição a agentes tóxicos, sejam químicos ou físicos, são desaconselháveis por muitos motivos, inclusive para diminuir riscos de doenças neoplásicas.

Vale ressaltar que, na dependência do tipo de linfoma envolvido, as possibilidades de tratamento e cura são bastante animadoras, tendo em vista os atuais avanços da pesquisa nesta área específica da medicina, denominada onco-hematologia.

Como em outros tipos de câncer, um diagnóstico precoce muitas vezes pode ser decisivo para aumentar as chances de cura. Por isso, é importante manter o acompanhamento médico periódico e procurar ajuda sempre que algum incômodo chame a atenção.

Fonte: Núcleo Educacional Científico do Grupo Fleury

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