No Brasil, o órgão do Ministério da Saúde responsável pela criação e adoção de estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer é o INCA (Instituto Nacional do Câncer). A Vigilância Epidemiológica é feita em colaboração entre o INCA e os hospitais que tratam o câncer, a partir do Registro Nacional de Câncer. A Vigilância Epidemiológica tem como objetivo principal monitorar o perfil do câncer. Através da monitoração, pode-se computar o número de indivíduos doentes e o número de vítimas fatais da doença e a distribuição dos casos no território nacional. A partir desses dados é possível planejar as ações de saúde e intensificá-las onde elas são mais necessárias.

A estimativa oficial do Brasil é de que, no ano de 2008, 49.400 mulheres descubram-se portadoras de câncer de mama. A região mais afetada deverá ser o Sudeste, com 28.430 novos casos. No mesmo período, o estado do Rio de Janeiro terá mais 7.680 novos casos, sendo 4.610 na capital.

A mortalidade por câncer de mama é variável entre as regiões do Brasil, como reflexo da incidência variável e do acesso aos serviços de saúde, o que causa sub-notificação. Nas regiões Sudeste e Sul, a mortalidade pelo câncer de mama se situa entre 7 a 18 óbitos a cada 100.000 mulheres. Em alguns estados da região Norte encontramos a mais baixa mortalidade por câncer de mama o país, de 1 a 3 óbitos a cada 100.000 mulheres.

Fonte: Blog Mastologia.