O cigarro deixa no ar uma nicotina residual, que dura meses em paredes, móveis e utensílios. Um perigo para as crianças que brincam no chão e têm mais risco de entrar em contato com esses resíduos.

Nos Estados Unidos, cientistas anunciaram que os males provocados pela fumaça do cigarro são ainda mais prejudiciais à saúde do que se sabia.

Que respirar a fumaça do cigarro alheio faz mal à saúde todo mundo já sabe. O que a ciência descobriu agora é que o fumante passivo não é só aquele que está do lado de quem fuma.

É aquele que andou pelo mesmo elevador, que passou pela mesma sala. É quem pisou em um carpete, encostou em uma cortina, tocou em um móvel, enfim, em todo canto por onde alguém tenha fumado um cigarro.

A pesquisa foi publicada pela Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos. E, de acordo com os cientistas, o cigarro deixa no ar uma nicotina residual. Ela dura meses impregnada em paredes, móveis e utensílios. Um perigo, sobretudo, para as crianças que brincam mais no chão e, portanto, têm mais risco de entrar em contato com esses resíduos tóxicos.

Os cientistas puseram cigarros para queimar e constataram que os resíduos da fumaça provocam uma reação química. O ácido nitroso, que está no ar vindo, por exemplo, da queima de gás de cozinha, de aquecedores, ou do escapamento de carros e caminhões, quando entra em contato com a nicotina gera um tipo de nitrosamina, um composto químico que provoca câncer.

Segundos os pesquisadores, fumar do lado de fora ou num quarto ventilado não faz muita diferença, já que a nicotina se prende à roupa e à pele do fumante.

Portanto, aquele que absorve essa substância química sem perceber, é, sem saber, um fumante de terceiro grau.

Matéria completa no Jornal Nacional, da Rede Globo. Fevereiro, 9, 2010.

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